Para um bom entendimento preciso começar no começo.
14/15 anos, estudante de escola publica, naquele ano, entrou em minha sala um novo aluno (Carlos 16/17), que no final das contas nos tornamos super amigos. Logo conheci a mãe dele, um irmão mais velho e um primo ( Roque 17) que aparecia as vezes. Começamos nos encontrar fora da escola, ele morava quase no limite da cidade, e frequentava um clube social lá, eu no centro da nossa cidade e frequentava o clube social , eram turmas de amigos diferentes, mas ele me levou a turma dele, conheci todos amigos e amigas, trouxe ele para a minha, mas aprendi que a minha era mais fechada, os caras não foram muito receptivos e as meninas, a maioria também não, mesmo assim teve uma que logo de cara gostou dele, a Tânia (15), ela tinha um irmão Léo (16/17), cara simpático, amigo, transmitia só felicidade sempre alegre, era filhos de um gerente de importante banco da cidade. Os pais viviam em festas no clube, os dois meio que abandonados a sorte. Com Léo, eu já tinha tinha feito algo, que na juventude era moda, na casa dele, no quarto dele, um troca troca provocado por ele e aquilo se repetiu por diversas vezes, eu esperava ansioso chegar o final de semana para ir na casa dele. E a gente se comia. aprendemos a usar gel e camisinha, e era uma festa.
Carlos e Tânia começaram namorar, sem apoio da família chic, dela. Namoravam no início escondidos no nosso clube, iam para parte de cima do clube, onde tinham salas de jogos, quase nunca tinha alguém lá, e ficavam em um dos sofás, namorando.
A Tânia com certeza contou ao Carlos, que eu me encontrava bastante com o irmão dela, mais tarde até soube que ela falou para o Léo, que tinha nos visto, queria saber , o que era, como era, ele abriu o jogo para ela, contou tudo. Então ela pediu mais detalhes, não entendia, ele teve que detalhar pra ela, que em fim entendeu.
Como ela contou para o Carlos, meu super amigo, um dia ele me cobrou, “cara me conta”, tentei enrolar mas não consegui, ele insistiu e então contei, assim como a Tânia ele queria detalhes, contei como começou e como a gente fazia, falei inclusive do gel e das camisinhas. Ele ficou sério, “vc só fez com ele ?”, respondi que sim, ele então falou sem pensar duas vezes, “legal isso, fiquei curioso, tá arrombado então, ou não se nota nada”, falei que não se notava nada, eu via o cuzinho do Léo, bem fechadinho sempre. Ele sorriu, “amigo, um dia vou querer ver se esta fechadinho mesmo”, e o papo encerrou ali.
Quase um ano depois, comecei a namorar uma das meninas da turma do Léo, lá do clube dele, eu já estava caminhando para os 17a, a menina (Cleusa) então minha namorada tinha minha idade, já tinha namorado um outro cara , era também muito alegre, gostava de festinhas movimentadas, Carlos um dia me chamou e falou que ela não era muito séria não, o namorado anterior ela tinha traído, com um funcionário da loja do pai dela, já adulto, motociclista e que o namorado descobriu, acabou com o namoro. Carlos me falou então “vc já vai sabendo né? aproveita”. Ela foi a primeira mulher que comi, ou melhor, ela foi a primeira mulher que me comeu, pq eu era meio travado. Era todos finais de semana, eu comia ela na casa dela de todas as maneiras, por todos os cantos da casa e eu sabia que o funcionário da loja, comia ela também. Um dia pedia a ela o cuzinho dela, ela negou, “não, não, não”, não insisti mais, passado meses, ela um dia, “vc quer, aquilo que me pediu”, e a cabei passando a comer o cuzinho dela, e tudo indicava que o motociclista também comia, cuzinho já acostumado. A coisa do nosso namoro ficou tão liberal, que mais de uma vez ela falou de aventuras com o motociclista, ele que tinha desvirginado ela. Namoramos por quase dois anos, neste esquema. Fazia tempo que não ia com o Carlos, na casa dele, Tânia estava lá, namoro firme, quando me viu sorriu me abraçou me beijou no rosto, ela era muito querida. “vcs dois se cuidem tá “, debochando de nós, ela sabia de tudo, e não se importava.
O Carlos me comia com tudo dentro de mim, só que não tinha chaveado a porta, ela entrou, a gente estava com musica alta, eu não ví ela entrar e o Carlos só viu, quando puxou o pau pra fora tinha gozado, ela estava congelada, travada, parada na porta olhando, o Carlos disfarçou o pau duro que tinha, e ela virou as costas saiu sem falar nada. Dai então as certezas se consolidaram. Na primeira oportunidade depois disso que encontrei com o Léo, “cara que flagrante né?”, rindo muito a “Tânia, tinha espalhado o que viu. Acontece que adorava dar o cuzinho para o Carlos, era muito boas as trocas que a gente fazia, e sorte dele que a Tânia não viu eu comendo ele antes.
Depois do flagrante e da língua solta da Tânia, não tinha mais o que esconder, eu intimamente sabia que eu era bissexual, gostava de dar o cu para amigos e comia a namorada, bissexual completo
Meu namoro com Cleusa foi esfriando, ela estava se dedicando demais ao motociclista, cheguei até a desconfiar que ela tinha relação com mais alguém, mas nunca cobrei, talvez por medo de que ela confirmasse. Até que terminamos, fiquei só, sem namorada, só com meus amigos.
……. segue …COM A MULHER CERTA….. (02)
Leia outros Contos eróticos de corno bem excitantes abaixo:
Meu marido corno assistiu de perto com cinto de castidade em seu pauzinho REAL
Olá a todos, espero que ja tenham lido alguns meus contos onde falo de nossas aventuras, agora ja com 22 anos de vida liberal onde fazemos menage masculino, vamos a clubes de swing e tambem a libero...
LER CONTOZelda estava ao telefone e quando o viu arregalou os olhos como se tivesse sido pega fazendo alguma coisa errada. E estava. Ela andou na direção oposta do que normalmente fazia e de cabeça baixa,...
LER CONTOSinto um verdadeiro orgulho em ser casado com Janice. Nada é mais gratificante que o reconhecimento das pessoas à sua beleza. Suas curvas esculturais que chegam a ser um pouco avantajadas (na minha...
LER CONTOEnsinando O Enteado a Bater Punheta
LER CONTO.... com 22 anos, trabalhando como representante comercial, solteiro.. Morava com minha amada mãe, mas viajava a semana toda, saindo segundas pela manhã normalmente voltando sextas a tarde....
LER CONTOCheguei lá de jatinho. Belas moças me recepcionaram servindo um drinque e logo Rafer veio falar comigo. - É uma pena que sua adorável esposa não pode vir como voce me explicou antes. Tudo bem....
LER CONTOEste Conto ainda não recebeu comentários