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Carol minha filha agora na suruba parte3

Publicado em maio 29, 2021 por sinistro

Eu descobri toda minha fraqueza perto daquele cara que percebeu o quanto eu era tão passivo fraco e covarde, então ele tomou conta da minha casa da minha filha se apossando de tudo que eu tinha na vida e cada vez mais eu me definhava  .

Hoje eu sei que tenho uma tara que é conhecida por voyeurismo ,por isto gostava de observar minha filha sendo possuída , por outro lado ele induziu ela a me humilhar e os dois com requintes de perversidade sadicamente me torturavam ao extremo sinto que me sujeito a isto com um prazer doentio que não sei  onde irá chegar, não sei quais serão os limites da minha menina pois não consigo imaginar,  onde ela poderá chegar nas mãos deste paria que me transformou nisto que sou hoje um lixo humano totalmente insano um servil capacho deles .

Após aquele domingo começamos a viver uma vida desgarrada sem nenhum principio moral ou ético, sem o mínimo respeito dentro das nossas vidas dentro da minha propria casa .

Eu aceitara aquele jogo, e jogava fora toda moral das nossas vidas sendo humilhado e até  mesmo agredido fisicamente por ela para satisfazer as vontades dele e sorriam com crueldade vendo eu ser denegrido física e moralmente .

Acredito que eu estava doente e  que cada vez mais minha mente se deteriorava, eu estava completamente insano , caindo cada vez mais num abismo de luxuria e prazeres insanos degradantes pois sentia um prazer doentio vendo ele possuir minha filha de todas as formas e tanto ela como ele gostavam que eu os visse isto eu já percebera , talvez o único gesto de dignidade que existia era a proibição de eu tocar minha filha eu podia  tudo menos penetrar ela e talvez isto era o que excitava minha alma doentia me levando para a insanidade .

Três meses depois que estávamos vivendo esta loucura, num domingo ensolarado .

Théo mandou eu comprar carne para fazermos um churrasco pois cinco amigos dele foram convidados para vir na chácara, Carol estava esfuziante quando eu indaguei timidamente o porque de tanto contentamento ela orgulhosa toda faceira me respondeu .

—– PAPI HOJE VOU FAZER MINHA PRIMEIRA SURUBA. Vocês podem não acreditar mas gozei somente ouvindo ela falar isto ,melecando minhas vestes sem nem mesmo me tocar. Fui ao banheiro me limpar e não me contive bati uma punheta imaginando as cenas que iriam acontecer e fui em disparada buscar bebidas e carne na cidade para comemorar este acontecimento que estava prestes a acontecer.

Ao voltar já estavam reunidos a beira da piscina sete mulatos avantajados bebendo dançando e escutando rap .

Fui preparar a churrasqueira o Théo se aproximou me dando ordens, eu meio sem jeito indaguei se não eram só cinco ele disse que um deles trouxe os dois primos que estavam a passeio na cidade, caipirinhas rolavam a solto cervejas e  algo mais, dava para sentir aquele cheiro estranho que impregnava o ar eram umas três horas da tarde quando eu vi Carol com aquele mesmo short em que eu a vira naquele baile funk, seus seios estavam desnudos fitas isolantes negras cobriam seus mamilos em forma de um xis sua boca estava carregada por um batom vermelho bem forte seus olhos amendoados estavam muito vermelhos parecendo que ela estava chapada ou embriagada.

Descalça com uma tiara nos cabelos lá estava rebolando fazendo caras e bocas eu vi rodearem ela formando um circulo de machos em volta da minha princesa que sorria nitidamente excitada, alguém trouxe meu colchão e o colocaram na parte onde já batia sombra ela ficou dançando em cima do colchão eles ficaram ao lado muitos já de pica a mostra se masturbando .

Théo era o único por enquanto que desfrutava daquele corpinho , apertava seus mamilos por sobre a fita depois ele as removeu e seus biquinhos saltaram intumescidos pontudos aos olhares de todos com duas minúsculas argolas que tinham sido colocadas em seus mamilos. Esta foi minha primeira surpresa ver aqueles pircings nos seus seios , e também no seu umbigo havia um em forma de um T ,

Théo vendo minha surpresa falou que no dia que foram na cidade sem mim eles fizeram , que era pra ser uma surpresa para mim .me chamou mandou eu ficar ali bem perto e retirou seu short espondo sua bocetinha rosada na sua virilha tinha uma tatuagem que era uma pimentinha vermelha talvez uns dois centímetros , ele exibiu ela gritando é a pimentinha do Theo lambendo sua doce e suculenta xaninha.

E num coro todos gritavam é a pimentinha do Theo, chorei de emoção orgulhoso do encanto da minha menina que estava linda toda depilada tendo somente um tênue fio de pentelhos dourados que ia ate seu umbigo ate mesmo acima dele me encantei vendo aquele trilho de suaves pelos acobreados que brilhavam a luz do sol .ela estava arfante seu corpo suava , o cheiro da minha menina impregnava o ar numa mistura luxuriosa eu identificava o aroma da sua bucetinha perfumada .

Não quero ser fantasioso nem ser enfadonho mas estes detalhes é que ainda assolam minha mente ver aquele rostinho de sorriso encantador , Carol ficou de cócoras mamando no pau do Théo em volta dava pra sentir toda a excitação daqueles machos com seus paus a mostra , ele a colocou de quatro , e penetrou sua bunda estocando forte arrancando gritos de dor e prazer da minha filha , ele ficava estático só pulsando o pau dentro do seu cu e Carol rebolava com avidez , gemendo como uma cadela no cio.

Ele foi se levantando erguendo ela sem tirar a pica de dentro e como se ela fosse uma pluma ele trazia ela pra frente e pra traz numa luxuria insana e vi alguns daqueles machos não resistir e gozarem se masturbando . Ele então se sentou sobre o colchão apoiando suas costas na parede , ela sentou na pica dele ate que suas bolas somente ficasse para fora ela tinha as costas apoiadas no peito dele , ele lambia seu pescoço , falava no ouvido dela , ela estava chorosa ofegante eu notava as lagrimas de prazer nos seus olhos toda a luxuria que ela sentia , ele então abriu as pernas dela elevou uma delas, deixando-a arreganhada sua bucetinha babava deixando seus sucos escorrerem umedecendo o saco dele .

Então eles tinham feito um sorteio prévio e um deles se ajoelhou sobre uma perna na frente dela , e a penetrou com uma só estocada , Carol urrou como uma possessa sentindo pela primeira vez duas picas ao mesmo tempo dentro de suas entranhas separadas simplesmente por uma membrana , alucinada ela colaborava na penetração rebolando suavemente sentindo o frenético entrar e sair de dentro dela , os paus se roçando . Eu gozava como sempre como se eu tivesse ejaculação precoce vendo ela gemer chorosa num misto de prazer insano.

Carol sentia seguidos orgasmos por todo o corpo como se descargas elétricas percorressem todos seus poros . Insana ela gritava e urrava que seus gozos estavam vindo seguidos sem que ela não conseguisse distinguir de qual de seus buracos eles vinham .como chacais sobre uma presa eles todos agora desfrutavam de seu corpo apertavam seus seios revezavam seus paus em sua boca mordiam todo seu corpo arrancando urros animalescos dela que estava a mercê daqueles oito elementos sendo literalmente currada por todos de todas as formas incentivados por Theo que como um diretor cinematográfico dirigia as cenas daquele estupro coletivo que aos meus olhos ela sofria , não posso precisar ao certo mas com certeza Carol foi montada mais de vinte vezes por eles que se revezavam dentro de suas entranhas deixando ela totalmente arrombada com um grande final quando Theo e um outro cara de pau enorme entraram duplamente na bucetinha da minha Carol ao mesmo tempo.

A noite chegou eles estavam satisfeitos saciados e minha menina estava num estado deplorável tinham feito um regaço nela , mas tudo fora consentido e permitido por Carol que estava descobrindo outra faceta dentro dela, ela adorava ser violada e com certeza muitas outras curras como esta iriam novamente acontecer.

Eu a conduzi em meus braços ate o banheiro ela vomitava porra ate pelo nariz, dei um banho quente nela que estava desfalecida ardendo com febre e passei a noite toda colocando compressas nos seus hematomas…

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