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As taras de Affonsine – I

Publicado em abril 4, 2022 por Helga Shagger

Numa cidade europeia, num dia de verão, os olhares se voltam quando Affonsine passa pelos transeuntes. Como uma autentica europeia, ela está elegantemente vestida num conjunto de cor pêssego para rosa e mesmo sendo verão, está usando meias da mesma cor tipo arrastão de trama bem estreita que se colam até o alto de suas grossas e bem torneadas coxas.
Devido estar usando blazer e uma blusa, Affonsine está sem sutiã e sua calcinha é uma clássica e solta lingerie de cetim.
Ela entra no Banco cumprimentando reciprocamente alguns funcionários e antes que uma secretária a impeça, abre a porta da sala de seu gerente.
– Oh! Pardon!

– Madame Cousane! Pode entrar. Por favor, sente-se numa poltrona que o Ms. Joel e eu já estamos acabando.
Affonsine sente um arrepio quando a cabeça de Joel se volta e a encara com um sorriso no másculo rosto. Como que hipnotizada, ela fecha a porta sem deixar de encarar Joel deixando-o sem graça. Só depois que senta e cruza as pernas que ela desvia o olhar e disfarça como procurando algo dentro da bolsa.

Não existe um ser humano que não tenha suas fantasias, suas taras ou idiossincrasias.
A de Affonsine era de seguir homens que lhe atraiam fisicamente, deixando o libido lentamente tomar-lhe conta do corpo e ao chegar em casa ir direto para uma banheira de água morna e se masturbar desvairadamente .Esse era o modo que ela traía o marido.
Mas, teve uma única vez ela traiu seu marido verdadeiramente numa dessas escapadas.
Na estação de trem que a levava para casa num refinado subúrbio, Affonsine viu um alto e belo homem, perto dos cinquenta anos com um outro lhe segurando o braço enquanto falava com um funcionário. Ela se aproximou quase se encostando as costas dele pra lhe sentir o cheiro e se surpreendeu ao descobrir que ele era cego.

– Então, o senhor não poderia informar ao seu colega lá da estação San Gruijs para receber o meu patrão aqui?
– Bem… posso ligar sim. Como um favor. Não posso garantir se ele se esquecer!
Chegando-se para o lado, Affonsine tremeu com a visão do nariz aquilino, logo abaixo o bigode ruivo e um queixo proeminente. Ele era bem alto e algumas mechas brancas quase não se notavam na cabeleira avermelhada.
– Pardon, senhores! Mas acabei de saber que este senhor vai saltar em San Gruijs! Eu salto duas estações depois, mas posso acompanhá-lo até a pessoa que o esteja esperando.
O homem cego se chamava Ruggeto e logo estava sentado na cabine com Affonsine. Ele lhe disse que ficara cego há apenas dois anos quando um ladrão lhe dera uma forte pancada na cabeça.
O coração dela batia acelerado bombeando o sangue pelas veias combinando com a luxuria que a excitava por estar de frente com um homem que lhe completava a fantasia.

Affonsine esperou o bilheteiro verificar as passagens e assim que ele foi embora, ela puxou a saia para cima, descobrindo as coxas e uma mão foi direto a xaninha. Com a outra, desabotoou a blusa expondo os seios e beliscando suavemente um dos mamilos.
O belo Ruggeto comentava algo e ela respondia monossilibicamente comum sim ou não. Mas, chegou o momento em que a respiração de Affonsine se tornou apressada e densa, não podendo mais ela controlar os própriosgemidos.
Ruggeto se empertigou, adivinhando o que estava acontecendo. O odor de uma femea em estado de excitação lhe penetrou fortemente pelas narinas.
– Cara senhora, está se sentindo mal ou por acaso… está se masturbando?

Foi como um choque elétrico o que Affonsine sentiu ao escutar aquelas palavras. O único movimento que havia nela agora, era o seu tremor.
A sensibilidade e o cavalheirismo de Ruggeto fez com que ele reagisse de modo a não deixar Affonsine mais humilhada ainda.
– Minha querida, eu gostaria que você se descrevesse para mim e qual é a sua tara, digo, a sua fantasia!
– Me desculpe! Perdão! Não sei do que o senhor está falando…
– Me perdoe a senhora, então! Eu tenho estado tão sozinho esses últimos anos que fico delirando… coisas! Rogo que me perdoe.
Aquelas palavras encorajaram Affonsine a voltar a se masturbar e sem nenhum recato a gemer excitadamente.

As narinas de Ruggeto se dilataram e seu corpo ardeu como se tivesse febre. Num ato reflexo suas mãos apalparam seu endurecido pênis e um viril sorriso se estampou em seu rosto deixando Affonsine enlouquecida.
Ruggeto sentiu primeiro o calor e o cheiro de Affonsine antes do corpo dela encostar-se ao seu. Em seguida foi o beijo molhado com a língua dela querendo dialogar com a sua.
Affonsine sabia que em alguns momentos o trem entraria num longo túnel e levava cerca de quase quatro minutos para a claridade voltasse ao normal.
Antes disso, Ruggeto a fez sentar-se em seu colo de costa pra ele e enquanto lhe apalpava os seios e a beijava na nuca, ordenava que Affonsine rebolasse.

Totalmente inebriada de tesão, Affonsine ainda tinha discernimento de olhar a paisagem pra saber quando o túnel se aproximava. E assim, um pouco antes, ela se levantou, deixando Ruggeto sem saber o que aconteceu. A escuridão se fez quando o trem entrou no túnel.
Mas logo ele sentiu as mãos dela lhe abrindo a braguilha. A proeminente glande sentiu por uma fração de segundos a temperatura fria do ambiente pra logo em seguida a morna sucção dos lábios e do interior da boca da bela Affonsine.
Ela não quis ficar entre as pernas dele. Em vez disso se acomodou a seu lado,sem em nenhum momento deixar de sugar o priapo do belo cego.

Como que adivinhando, Ruggeto foi apalpando as ancas dela até que sua mão cobriu a dela que dedilhava a vagina. Affonsine teve o primeiro de seus orgasmos ao sentir esse toque e culminou com a volumosa ejaculação de Ruggeto em sua boca.
A imensa e grossa virilidade de Ruggeto escapou dos lábios de Affonsine quando ela urrou do prazer, fazendo seu belo corpo se contorcer como um ataque epilético.
A claridade se fez, mostrando Affonsine sentada ao lado de Ruggeto ainda em estado inerte. Ruggeto por sua vez, se recompunha.
– Eu… preciso, preciso me arrumar. Vou até ao toalete.

Ruggeto tirou do bolso um lenço e estendeu o braço sem saber onde ela estava. Ela o pegou e agradeceu, se inclinado lhe deu um leve beijo nos lábios.
Já fazia um bom tempo que isso aconteceu. Só voltou a ver Ruggeto dois anos depois na estação e parecia que seu cuidador tentava reconhecer Affonsine entre as belas e várias mulheres que passavam em volta. Ela não teve coragem de correr o risco.
Affonsine continuou a seguir os homens de sua fantasia toda vez que vinha a cidade e terminava na mesma rotina de imergir na banheira pra se masturbar até a exaustão.
E agora, Affonsine se controlava pra não deixar que notassem que estava tremendo de excitação. Seus pensamentos se embaralhavam em ficar ali pra falar com o gerente ou se “fazia a perseguição” a Joel. Por fim decidiu.
– Giogi, que dizer, sr.Brumel. Voltarei mais tarde. Tenho algo mais urgente a fazer. Obrigada e perdoe minha intromissão. Até logo.

Ela fez uma breve inclinação de cabeça para Joel e saiu apressadamente da sala. Seu coração bate acelerado conforme seu excitamento vai aumentando.
Affonsine atravessa a rua e entra num Café. Senta-se do lado de dentro e fica a espera que Joel saia. Quando isso acontece, ela deixa o pagamento pelo café na mesa sem esperar o troco.
Joel quer aproveitar aquele fresco dia de verão europeu e fazer algumas compras naquela famosa rua da moda. Affonsine o segue, gravando na mente os movimentos do andar dele.
De repente ele entra numa loja de sapatos. Affonsine estrategicamente se mistura as pessoas que estão esperando o onimbus. Uns dez minutos depois Joel sai da loja e fica parado na dúvida pra qual lado ir.
Affonsine novamente se concentra nas feições de Joel e espera até ele começar a andar novamente. E de novo ele entra numa camisaria. E Affonsine mantém a mesma rotina até a última loja que ele entra que é de peças intimas femininas.

Mas então, parece a Affonsine que ele saiu e ela não percebeu. Fica ainda alguns minutos esperando no meio da multidão no outro lado da calçada, mas por fim desiste e toma o caminho da estação de trens.
Como sempre, naquela hora, o trem está com bem poucos passageiros e Affonsine escolhe uma cabine com poltronas opostas vazia. Ela está exultante por mais um macho com quem ela vai fantasiar sexualmente.
Então, Joel entra na cabine e com um cínico sorriso no rosto se acomoda no assento em frente a Affonsine.
Ela fica muda de boca aberta por uns bons segundos antes de discernir como Joel apareceu ali.
– Tome! Acho que acertei seu número.

Affonsine pra disfarçar seu embaraço, pega a sacola e tira de dentro um finíssimo e caro conjunto de calcinha e sutiã. O trem parte.
– Quero que você experimente o sutiã agora. Sei que você está sem!
– Como ousa me pedir tal coisa?! E quem você pensa que é? Sai já daqui! Vou chamar a cabineiro!
– Calma, calma madame Cousene… sairei assim que você me disser porque estava me seguindo. Eu te lembro alguém?
Affonsine baixa os olhos e não sabe o que responder. Toda aquela surpresa e a presença física do homem que elase masturbaria tendo ele só em pensamento lhe deixava confusa ao mesmo tempo excitada.

A ousadia dele fez Affonsinedecidir a fazer o que fez. Até mesmo Joel se surpreendeu quando ela abriu os botões da blusa exibindo os seios sem nenhum pudor e pegando as taças do sutiã encaixou em cada um, verificando normalmente se o mesmo lhe vestia bem.
Joel nota a pequena borboleta tatuada na costela logo abaixo do seio esquerdo.
Em seguida colocou a peça dentro da sacola, juntou as duas mãos no colo e ficou encarando Joel com os bojudos seios desnudos pressionados pelos braços dela.
Agora era Joel que respirava com as narinas dilatadas, demonstrando no rosto o quanto ele a desejava.
– Quero… quero que você me mostre a calcinha que está usando!

Affonsine calmamente abriu as coxas e Joel notou maravilhado queo tecido de cor pêssego-rosa tinha uma mancha de umidade onde cobria exatamente os grandes lábios da vagina dela.
Joel aspira sibilante o ar por entre os dentes enquanto sua mão direita passa a apalpar o já enormemente priapo. Affonsine arregala os olhos e uma das mãos se introduz por dentro da calcinha. Ela fecha os olhos e sua cabeça se inclina um pouco pra trás e com os olhos semicerrados passa a escanear Joel de cima pra baixo e vice-versa.
– Me… me mostra a… a xaninha! Mostra…

Os dedos dela afastam a calcinha para o lado e uma vagina rosada e melada aparece com os dedos da outra mão tocando vigorosamente o clitóris.
Durante os próximos minutos Joel fica estático, apreciando quietamente o belo quadro da bela Affonsine com as formosas coxas abertas, vestidasde meias arrastão, e a xaninha sendo manipulada. Pra completar, os alvos seios com leve movimentos conforme Affonsine se mexia.
– Voce me fez… com que me mostrasse… me arreganhasse toda! Mas… não estou vendo reprocidade… de sua parte!
Joel, sem tirar os olhos de Affonsine, vai desapertando o cinto e abrindo a braguilha. Já com o imenso cacete a mostra, Affonsine volta a lhe falar.
– Logo o trem vai entrar no túnel e ficaremos no escuro por uns quatro minutos…

Joel se levanta e seu pênis descomunal parece a lança de um guindaste. Os olhos castanhos de Affonsine se fixam na avermelhada glande que já expele gotas de pre-semem.
No segundo que o trem entra no túnel, Joel se aproxima de Affonsine que já está com a boca aberta e os lábios brilhando de umidade. A principio, ela inclina a cabeça pra frente pra engolir toda a cabeçona. Joel solta um grunhido e involuntariamente joga a pélvis pra frente fazendo Affonsine engolir metade de sua torona.

Affonsine sem parar de se masturbar, leva a outra mão até o glúteo dele e o puxa mais pra frente. Isso faz com que Joel se segura com ambas as mãos no bagageiro acima da cabeça dela.
Joel fica fascinado com a avidez e a pericia com que a bela mulher lhe suga o pênis.
Lembranças de adolescência aparecem como flashes a Affonsine. Ela se sente levada a cabine do confessionário onde o padre Fourbét ficava nesta mesma posição que Joel está agora e ela ajoelhada fazia o padre gozar sugando-o avidamente.
Enquanto ela sugava o padre dentro do confessionário, as pessoas ouviam gemidos feitos por Affonsine e pensavam que eram soluços chorosos da bela adolescente arrependida.

Esses mesmos gemidos anteciparam um mais longo que parecia que Affonsine estava chegando ao orgasmo e foi um efeito afrodisíaco a Joel. Ele se abandona a boca de Affonsine e jorra uma porção colossal de esperma que ela se esforça pra não desperdiçar uma só gota.
Agora vemos Joel sentado no lugar de antes e um pouco ofegante. Affonsine está com a cabeça baixa e abotoando a blusa.
– Eu só lhe conheço como madame Cousene. Qual é seu primeiro nome? E quando podemos nos ver de novo?
– Nunca! É Affonsine. – responde a bela mulher sem levantar os olhos.
– Mas por que não? Eu estou apaixonado por você!

– Voce nunca entenderia… Não me satisfaz ter um amante dentro do comportamento de data e hora marcados. Além disso, eu nunca quis ser adúltera. Isso tudo foi um acidente e o senhor tirou vantagem de mim!
E antes que Joel pudesse responder ou mesmo impedi-la, Affonsine escapou apressada pra fora da cabine. Joel cola o rosto na janela na esperança de ver pra onde ela vai.
Affonsine aparece andando em direção a um homem, provavelmente seu marido, que empurraoutro mais velho numa cadeira de rodas.
O marido é abraçado e beijado nos lábios. Depois ela se inclina e beija o cadeirante no rosto. Em seguida caminham para a saída com uma Affonsine visivelmentesorridente.
“Que mulher fantástica! Tenho que saber mais dela!” – elucubra Joel.

Ele pega o celular. Vê que o sinal está forte apesar de estar dentro de um trem.
– Carlos? Como vai? Me faço um favor e é urgente! Me faça um dossiê de Affonsine Cousane. Em quinze minutos estou chegando na estação Central. Leve meu carro e o dossiê pra lá. E… muito obrigado!
Mais ou menos quarenta minutos depois, Joel, de dentro do carro, observa a fachada da casa de dois andares onde Affonsine mora.
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