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As Santinhas do Acampamento da Igreja

Publicado em novembro 2, 2021 por J. R. King

Feriadão chegando. Época boa para se divertir bastante, sair com os amigos, beber, e fazer tudo o que tem direito durante quatro dias seguidos. Pois é, mas infelizmente esse não seria o meu feriadão, pois minha mãe me inscreveu no acampamento da igreja. Eu até tentei contestar, disse que não queria ir, mas foi tudo em vão. Minha família era bastante religiosa, então minha mãe insistia que eu fosse mais presente em nossa igreja.

O pior de tudo é que eu havia acabado de me descobrir lésbica, e passar 4 dias em um lugar onde todos te condenam por simplesmente gostar de alguém do mesmo sexo me deixava para morrer. Muito contratiada, fui obrigada a desmarcar todas as festas e encontros que eu tive com meus amigos para ir nesse tal acampamento.

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Chegamos no tal sítio às 9 da manhã. Mesmo conhecendo algumas pessoas, ainda me sentia bastante deslocada no meio de todos aqueles adolescentes. Eles então fizeram a divisão dos quartos. Meninos em um alojamento, meninas no outro, e cada um iria dividir um quarto com uma colega de quarto.

Chegando aonde seria o meu quarto, já encontrei a garota que dividiria o quarto comigo desfazendo suas malas. Ela se apresentou me cumprimentando com um grande abraço. Seu nome era Melissa, tinha cerca de 1,58m, pele morena, longos cabelos, bem indiazinha, e logo notei os seu belo par de seios e sua bunda empinadinha. Ela era muito simpática, e parecia estar bem animada com o acampamento, diferente de mim, que não conseguia esconder a minha falta de vontade de estar lá.

Depois de um exaustivo dia com várias atividades, como cultos, grupos de estudos bíblicos, a gente teve um tempo para nos divertir à tarde. A maioria foi para a piscina, pois estava fazendo um sol bem quente, mas eu preferi ficar no quarto lendo um livro. Melissa veio até o quarto, só de biquíni, e pude notar que ela realmente tinha um corpo maravilhoso, ela me pediu ajuda para passar o protetor nas costas e assim eu fiz, podendo aproveitar um pouco para passar minhas mãos por aquele corpo bronze que me chamara a atenção.

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Ela perguntou porque eu não ia para a piscina, junto de todo mundo, e eu disse que não estava afim. Melissa percebeu que eu não estava com a menor vontade de me enturmar com o pessoal, todos pareciam muitos distantes de mim. Ela então disse que tava tudo bem, mas se precisasse de qualquer coisa, ela tava lá pra me ajudar. E então ela foi para a piscina com o pessoal.

À noite, tivemos um culto, ministrado pelo Pastor Marcos, lider de nossa igreja. Mas o que me chamara a atenção naquele culto, foi a cantora dos louvores, uma mulher bastante elegante, loira, de cerca de 1,80m, linda com um corpo todo justinho, ou pelo menos foi isso que eu conseguia notar debaixo de toda aquela roupa, e com uma voz maravilhosa. Seu nome era Bianca.

Minha imaginação sempre fértil, não me deixou esquecê-la. Durante todo o culto, só o que eu pensava era em arrancar a roupa de Bianca, alí mesmo, em frente a todos, e lhe beijar os lábios. Com só 17 anos, os meus hormônios estavam a mil, desejando o sexo mais do que nunca. Eu comecei a imaginar a gente se beijando, eu lambendo os seus seios durinhos enquanto ela gemia em meu ouvido com aquela voz angelical. Eu imaginava ela me lambendo toda, provando o meu mel enquanto eu chamava pelo seu nome. Bianca, Bianca, Bian…

De repente, eu me vi no escuro do meu quarto, e percebi que o que eu achava que era só imaginação, não passara de um sonho que eu estava tendo à noite. E foi Melissa quem me acordou. Ela estava sentada na minha cama, com a mão em meu ombro. “Você tá bem?” Ela perguntou. Respondi que sim, enquanto me sentava na cama. “Você estava suspirando e falando o nome da irmã Bianca enquanto sonhava.” Ela disse. Meu coração disparou, de vergonha, tentei desmentir, disse que não era nada, apenas um sonho estranho.

“Você geme muito gostoso.” Disse Melissa bem baixinho. Eu ia tentar dizer “Como é que é?” Incrédula pelo o que acabara de escutar, mas antes que eu pudesse completar a frase, Melissa me beijou. Surpresa, demorei alguns segundos para retribuir o seu beijo, e logo as nossas línguas dançavam juntas entre nossas bocas. Que maravilhosa surpresa era descobrir que Melissa também gostava de mulher, eu realmente não estava esperando por isso, mas fez aquele acampamento ficar 200% mais divertido em poucos segundos.

Quando ela terminou de me beijar, ela falou “Por isso você não estava afim de vir pra cá né?”. Eu respondi que sim, e ela disse “Tudo bem, eu te entendo, também não gostava de vir pra cá quando me descobri também.” Ficamos em silêncio por um segundo, no escuro do nosso quarto. Em seguida, Melissa perguntou se eu gostaria de continuar, e eu obviamente disse que sim. Ela disse que tudo bem, mas a gente precisava se controlar para fazer silêncio.

Ela então me beijou novamente, dessa vez se ajeitando na cama. Ela colocou um pé de cada lado do meu corpo, ficando por cima de mim, e enquanto ela me beijava, ela começou a acariciar os meus seios com suas mãos. Logo tiramos a parte de cima de nossa roupa, incluindo os sutiãs, e nos beijávamos esfregando os nossos seios um no outro. A sensação de seus mamilos percorrendo o meu corpo, encontrando com os meus era incrível.

Logo em seguida, ela começou a acarriciar a minha pélvis com a sua mão, por cima da minha bermuda, e pouco tempo depois ela já foi enfiando sua mão por dentro, tocando em minha buceta, que já estava toda babada.

Melissa começou a brincar com o meu clitóris, e eu me controlava forte para não gemer alto. Mordia os lábios, fazia de tudo para não fazer barulho. Enquanto isso, Melissa começou a me tocar com mais intensidade, ela enfiada dois dedos dentro da minha buceta, enquanto brincava com o meu grelo com o polegar. Ela parecia uma expert em fazer uma garota se excitar. Não demorou muito para eu gozar a primeira vez.

Em seguida, Melissa tirou a roupa que lhe sobrava, e sentou com a sua buceta no meu rosto, para que eu pudesse lhe chupar, e assim eu o fiz. Fui lambendo os seus lábios que era deliciosos, estava com a minha cara afundada em sua buceta. Com uma das mãos, tocava em seu seio, e com a outra tocava a minha xota.

Eu via Melissa mordendo a própria mão de tanto tesão, controlando-se para não fazer barulho. Logo ela gozou também, lambuzando o meu rosto com o seu delicioso mel. Essa era só a segunda vez que eu transava com outra garota, mas foi incrível.

Quando nos deitamos na cama, ficamos uma abraçada na outra, trocando carícias. Perguntei a ela o que ela queria dizer com “Eu também não gostava de vir pra cá quando eu me descobri.” E ela disse que eu não era a única lésbica enrustida no meio de todos aqueles adolescentes crentes. Perguntei quem era a outra, e ela disse que não podia falar, mas que podia chamá-la se eu quisesse. Eu disse que sim. Nos beijamos novamente e depois nos vestimos, e fomos cada um pra nossas respectivas camas após um sexo alucinante.

No dia seguinte, novamente a mesma chatisse de culto, escola bíblica, e varias atividades que eu não me importava nem um pouco. Eu olhava para Melissa, que agia naturalmente, como se nada tivesse acontecido na noite passada. Era o nosso segredo, e ela sabia esconder muito bem.

À noite, por volta das 9 horas, todos já estavam em suas camas. Menos Melissa, que ainda não havia chegado no quarto. Quando ela chegou, ela não estava sozinho. Junto a ela estava Rebeca. Uma loira com cara de ingênua, muito bonita e com um corpo bem magro, mas bonito. Eu conhecia ela de longe, nunca havia falado muito com ela. Rebeca veio de mãos dadas com Melissa.

“Essa é Rebeca, a garota que eu te falei.” Disse Melissa. Eu disse a Rebeca “Então você também é…” Mas antes que terminasse, Rebeca respondeu que sim. Sentamos nós 3 na cama, e começamos a conversar. Melissa contou que em alguns acampamentos passados, ela conheceu Rebeca, e eles acabaram se descobrindo lesbicas juntas. Desde então, elas mantém uma certa amizade colorida, escondida dos pais e do pessoal da igreja. Nós conversamos durante muito tempo sobre questões envolvendo a nossa aceitação, e a relação disso com a Igreja. Todas nós três pareciam cansadas disso, mas Melissa e Rebeca ainda mantinham o bom humor, pois a igreja também era um momento em que elas podiam se encontrar.

Em meio a nossa conversa, o clima foi esquentando entre nós três, e quando eu percebi, Rebeca e Melissa começaram a se beijar bem na minha frente. Depois, Melissa me beijou, e senti Rebeca começar a passar a mão por mim. Depois que Melissa terminou, Rebeca puxou o meu rosto e me beijou também. Quando percebi, estávamos nós três se beijando e trocando carícias.

Começamos a uma tirar a roupa da outra, em meio a beijos e carícias. Melissa começou a chupar os meus seios, e Rebeca foi tirando a minha calcinha, indo com sua língua direto na minha buceta. A gente começou a alternar, uma beijando a chupando a outra. Rebeca começou a tocar uma siririca em Melissa, enquanto ela ficava de quatro para eu chupar a sua buceta por trás. Depois, Melissa se deitou, Rebeca sentou em seu rosto para que Melissa lhe chupasse e eu chupava a buceta de Melissa.

Ficamos nisso à noite toda, até ficamos esgotadas. Já era quase 3 da manhã quando terminamos, depois de ter gozado bastante, completamente suadas e lambuzadas com o mel de cada uma. Ainda ofegantes, Rebeca se levantou. Vestiu-se e disse que já ia indo, e silenciosamente ela saiu do quarto para voltar para o seu. Eu estava exausta, não conseguia nem me vestir, e deitei completamente nua mesmo para dormir.

E no fim, o acampamento da igreja acabou sendo mais divertido do que eu imaginava.

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1 - Comentário(s)

  • Renato 04/11/2021 09:32

    Eu e só m ligar sou casado e muito safado

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