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Ana na Casa das Rolas – Parte 3 de 3

Publicado em setembro 8, 2025 por João Paulo
4.5
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Desde a noite de ontem, Ana teve dificuldades para dormir. Ela foi até o banheiro, para tomar um banho, e resolveu tirar todas as roupas. Eles já iriam vê-la pelada mesmo. Será que sua escolha foi acertada? Ela não sabia o que a esperava. Tinha medo, mas também tinha… Excitação? Tesão? Ela não sabia dizer. Tudo aquilo era novo e estranho para ela. Cambaleando, ela foi até o quarto, desabou e dormiu. Ela teve um pesadelo, e cada barulho que ela ouvia, ela acordava assustada. Quando será que começaria a próxima prova?

A resposta viria pouco depois de acordar. Ana estava se levantando, quando as luzes apagaram abruptamente e uma voz anunciava “Teste iniciado”. ‘O quê? Agora?’ Ana ainda estava de pijamas na cama quando três homens entraram em seu quarto, apenas com capuz escuro cobrindo os rostos. Os pênis já estavam de fora. ‘Qual é o teste?’ Ana não obteve resposta. Os homens apenas subiram na cama e abusaram de seu corpo. Metiam, chupavam, e apalpavam. Sem cerimônia alguma, como se ali estivesse só uma boneca sexual, sem sentimentos. No escuro, Ana nem sabia de onde vinha a próxima rola, apenas se deixava levar. Não sabia mais quantos eram, ou se tinha entrado mais gente. Estava escuro, e só conseguia sentir mãos em cima dela, rolas batendo na cara dela, entrando na boca, na buceta, no cu. Chorava de dor, mas aguentou tudo. Após um tempo que pareceu uma eternidade, eles gozaram, cada um por sua vez, e foram embora. Depois que o último saiu, as luzes se acenderam. “Teste concluído. Parabéns, você ganhou mais 2.000 reais.” Ana estava sem forças até para se levantar.

Ana percebeu que os homens nem mesmo usavam camisinha. ‘Os testes não podem pelo menos ser feitos com preservativos?’ A voz respondeu: ‘Desnecessário. Todos os funcionários foram meticulosamente testados, e garantimos que nenhum deles possui qualquer tipo de doença. Além disso, poderá encontrar pílulas contraceptivas à vontade na cozinha, na medida certa para garantir que nada de ruim aconteça com a participante.’ ‘Nada de ruim? Está de brincadeira, né, então um monte de gente vai gozar em mim todo dia?’ ‘Isso mesmo. Também dispomos de géis, pomadas e analgésicos, caso precise. E se mesmo assim, com todos os cuidados que estamos tomando, você venha a engravidar, não se preocupe, nós custearemos o aborto na melhor clínica do país, completamente de graça e de forma discreta. Seus pais nunca saberão.’

A vida de Ana nunca mais foi a mesma. Todos os dias, haveriam novos testes, que eram basicamente surubas. A qualquer momento, a voz anunciava o início de um teste, e então… Bem, você sabe. Pessoas entravam, rolas entravam em Ana, durante um tempo, e depois tudo acabava. Certa vez, ela estava almoçando, quando um teste começou. Ana mal tinha dado duas garfadas no seu almoço quando ela foi colocada sobre a mesa e teve de ser “o almoço” de vários homens que entravam em sequência. Eles pegavam seu corpo e colocavam na posição que fosse mais conveniente para eles foderem. Como se fosse uma boneca, ela era levada pela cozinha, ficando sobre os móveis, sobre a mesa e até no chão, enquanto os estranhos de capuz metiam as rolas enormes nela com força e sem piedade. ‘Mais devagar, por favor!’, chorava Ana, mas eles só ficavam mais eufóricos. Depois de um tempo, eles gozavam, várias vezes dentro dela. Era comum gozarem na boca e dentro da buceta. ‘Eu odeio quando vocês gozam na minha boca!’, ela gritava, mas isso fazia com que mais e mais homens quisessem gozar dentro da boca dela, então ela parou de reclamar. Era melhor aguentar calada.

Até alguns dias atrás, Ana tinha visto apenas um pênis em sua vida. Agora, ao longo de poucos dias, já tinha sido comida por incontáveis deles. Eram rolas de vários tamanhos, formatos, cores e sabores. Podia acontecer a qualquer momento do dia. Enquanto Ana dormia, enquanto ela comia, jogava, tomava banho ou ia ao banheiro. Não havia local seguro. Parecia que parte dos testes era tentar pegá-la no momento mais inconveniente possível. Um dia, ela estava indo apertada para o banheiro quando um teste começou. ‘Esperem aí, eu preciso mijar!’ Mas foi em vão. A agarraram no corredor e começaram a enrabá-la ali mesmo. Ela teve que mijar no corredor mesmo, enquanto uma rola bem grande comia seu cu apertado.

Às vezes, acontecia mais de um teste no mesmo dia, o que não tinha como ela saber, pois não havia relógio lá dentro. Ana apenas se conformou em deixar rolar. Com o tempo, ela parou até de tentar adivinhar a hora em que o próximo teste começaria. Após cada teste, Ana tomava seu analgésico, tomava um banho para se limpar bem do esperma remanescente, escovava os dentes e usava enxaguante bucal para tirar o gosto ruim de porra e se preparava psicologicamente para o próximo teste. Com o tempo, tudo começou a parecer habitual. Ana nem se dignava a colocar algo mais do que uma calcinha, ou mesmo usar sutiã, já que sabia que iriam remover mesmo. Não sentia mais vontade de se maquiar ou de lavar o cabelo comprido e sedoso, do qual ela tinha tanto orgulho. Ela andava pela casa apenas de calcinha, ciente que a qualquer momento, poderia começar um teste, e então, seja lá onde ela estivesse ou o que estivesse fazendo, seria agarrada e fodida. ‘Ah não, tá cheio de porra no meu cabelo de novo, que saco…’

Os pais da Ana ligavam constantemente, geralmente dia sim e dia não, para saberem como estava sua amada filhinha. ‘Estou bem, mãe!’, dizia Ana, escondendo a verdade que estava indo até o banheiro limpar todo o esperma quente que escorria por seu ânus arrombado outra vez. ‘Sua voz está estranha, filha’, dizia a mãe. Pois é,a garganta dela estava dolorida de tanta rola enfiada até o talo, mas ela não podia falar isso, então respondeu: ‘Está tudo bem, mãe, estou só com um pouco de tosse.’ Uma vez, sua mãe ligou coincidentemente no meio de um teste. Ana não queria atender, mas a voz ordenou que ela atendesse. Ana tirou a rola que estava em sua boca, e ainda com uma pica dentro de sua buceta e outra dentro do seu cuzinho, ela falou com a mãe. Disse que estava tudo bem. ‘Temos tanto orgulho de você, minha filha! Nós te amamos.’ ‘Eu também te amo, mãe’, disse a Ana, enquanto ela fechava o olho, pois um cara desconhecido estava prestes a lançar porra em seu rosto, e ela tinha aprendido que porra no olho arde.

E assim os dias se passaram, e Ana era comida que nem uma cadela em meio a cães no cio. Ela não conseguia comer direito, nem mesmo dormir direito. Ana já havia perdido a noção de quantas vezes ela estava dormindo tranquila e relaxada, quando acordou no meio da noite com rolas entrando na buceta e no cu. Foram dias infernais. Todos os dias pareciam igual, até que, um dia, os homens atrás dos espelhos conversavam, sem que ela soubesse. ‘Senhor, o experimento está sendo um sucesso. Estamos faturando milhões, e novos clientes chegam todos os dias com muito dinheiro e disposição para participar.’ ‘Excelente. Mas sinto que temos de apimentar mais as coisas.’ ‘Como, senhor?’ ‘Eu tenho uma ideia.’ O líder ordenou que fosse colocado estimulantes sexuais potentes em todas as refeições de Ana, e que os testes fossem suspensos por alguns dias.

Sem saber, Ana passou a ingerir, a cada refeição, doses grandes de afrodisíacos. Ao mesmo tempo, os testes reduziram pouco a pouco a frequência, até cessarem por completo. No início, Ana achava estranhou. ‘Ué, hoje não vai ter testes?’, perguntou Ana, enquanto almoçava tranquilamente. ‘Sem previsão para novos testes’, respondia a voz. ‘Ufa, pelo menos minha xana vai ter um pouco de paz. Talvez eu consiga até dormir tranquila hoje’, comemorou Ana. Sentindo-se mais relaxada, ela voltou a lavar o cabelo e jogar videogame. Depois de alguns dias sem testes, os afrodisíacos começaram a fazer efeito. Ana suava frio, sentindo-se quente. ‘Mas que calor é esse, meu Deus? Será que estou doente?’ Ana se abanava, e sentia suar, principalmente em suas partes mais íntimas.

Em meio ao seu distúrbio, ela começou a sentir muito, muito tesão. Era uma coceira na xereca que ela não se aguentava mais. Sem nem perceber, ela estava com os dedos entre as pernas, se masturbando. ‘Vem cá, não vai ter mais testes não?’ ‘Sem previsão para novos testes, aguardar contato.’ Ana ficava cada vez mais carente, até que teve uma ideia. Foi ao banheiro, pegou uma embalagem roliça de xampu que tinha lá e começou a enfiar dentro da buceta. ‘Senhor, parece que nossa participante já está pronta.’ ‘Perfeitamente.’ O líder foi até o microfone e anunciou pelos alto-falantes: ‘Atenção, participante. De hoje em diante, está terminantemente proibida a masturbação dentro da casa.’ ‘Como é?’ Ana respondeu, enquanto enfiava com força o tubo de xampu na xana. ‘Repito: toda a masturbação está proibida. Caso você seja flagrada se masturbando, será desclassificada, isso é uma ordem.’ Ana prontamente removeu o tubo de xampu de dentro dela, enfurecida, pois estava quase gozando. ‘Mas por quê?’ Silêncio.

Ana não sabia, mas já haviam se passado 28 dias dentro da casa. Restavam apenas 2 dias, e o último teste seria o grand finale. Ana foi proibida de se masturbar, e a dosagem de afrodisíacos aumentou ainda mais em suas refeições. Ana estava subindo pelas paredes. Ela tentou se roçar com os dedos, com a escova de dentes ou na beirada da mesa, e uma voz sempre alertava: ‘pare agora mesmo, ou será desclassificada.’ Ana não aguentava mais, estava enlouquecendo. ‘Eu preciso transar! Eu quero transar, por favor, me deixem gozar! Me deixem enfiar alguma coisa dentro da minha buceta, só uma vez!’ ‘Pedido negado.’ Foram 24 horas difíceis. Ana resistiu bravamente, a todo o tesão acumulado de vários dias sem sexo tomando afrodisíacos constantes. Por trás dos espelhos, os homens conversavam. ‘Tudo pronto para o último teste?’ ‘Sim, senhor. Todos os 50 homens estão preparados e dispostos, aguardando seu sinal.’ ‘Ótimo. O último teste começará à meia-noite de hoje.’

Algumas horas depois, Ana ainda estava segurando sua vontade absurda de enfiar algo em um de seus orifícios quando finalmente a voz chamou: ‘Atenção. O último teste do experimento começará em instantes.’ ‘Último teste? Caramba, já se passou um mês?’, perguntou Ana. Ela mal podia acreditar que estava sendo uma boneca sexual por um mês ininterrupto. ‘Participante, por favor, dirija-se até a sala de festas.’ Quando a Ana entrou no salão de festas da casa, havia vários colchões confortáveis no chão, decorados com almofadas de coração, pufes vermelhos e pétalas de rosas. Parecia brega, era como se fosse um quarto de motel tamanho gigante, mas a Ana não conseguia parar de pensar em todas as posições possíveis ali. Ao redor, muita comida, bebida, gel e pomadas, além de alguns brinquedos sexuais bem sugestivos, como consolos, vibradores de diversos tamanhos, vendas, chicotes, algemas e tudo o mais que se possa imaginar. Ana salivava com sua imaginação a mil, pensando no que estava por vir.

Meia-noite em ponto, as portas se abriram. Vários homens entraram no salão, totalmente nus, usando apenas capuzes que escondiam seus rostos. Eram brancos, negros, asiáticos, latinos, tinha de tudo. Ana tentou contar quantos eram, mas eles não paravam de entrar. Eram tantos que preencheram completamente o salão de festas. Ana tinha encarado, até ali, no máximo 5 ou 6 homens de cada vez, mas ali havia dezenas de homens, todos sedentos, e com os paus em riste. Ana estava sem palavras quando a voz anunciou: ‘Em 10 segundos, começará o último teste do nosso experimento: 24 horas de sexo ininterrupto. Preparem-se todos para o início dos testes.’ A contagem começou. Depois de 10 segundos, começou a putaria.

Eram muitos, e Ana nem sabia por onde começar. Quando os primeiros vieram e jogaram Ana nos colchões confortáveis no meio do salão, ela logo se viu cercada por muitas rolas. Como uma abelha no mel, ela logo abocanhou o primeiro pau que se aproximou o suficiente de sua boca, engolindo a jiromba com muita volúpia. Enfiou tudo o que conseguia na garganta, até faltar o ar, e sentiu vários pares de mãos a tocarem. Ela arrebitou o bumbum, esperando ansiosamente, e logo foi atendida. Vestes totalmente rasgadas, as rolas começaram a entrar. Era por cima, por baixo, pelo lado. Rolas na buceta, no cu, na boca, no ouvido, no cabelo, na barriga, por todo lado. Quem não conseguia um buraquinho para enfiar simplesmente aguardava sua vez. Como os colchões eram muito confortáveis, Ana rolava de um lado para outro, conforme os mais ansiosos a puxavam de um lado para o outro, mal esperando por uma chance de plantar a mandioca.

Eram muitos, e a Ana não sabia se conseguiria sobreviver a tantas rolas, mas ela se esforçava. Qualquer coisa que fosse roliça e perto o suficiente, ela enfiava dentro dela. Conforme ficava mais intenso, ela pedia calma, mas os homens estavam impacientes. Estocavam forte, em qualquer posição que conseguissem enfiar, até começarem a tremer e a gozar. Sempre que alguém gozava dentro dela, outro logo a puxava e começava a fuder, aproveitando sua vez. Conforme mais e mais homens gozavam, ficava o cheiro de porra no ar, mas logo alguém aparecia com panos umedecidos para limpar suas partes íntimas da melhor forma possível, antes de continuarem metendo. Era uma bagunça de porra, sangue e urina por todo o lado. Um dos caras aparentemente mijou na Ana, mas ela não sabia distinguir, pois era tanto gozo vindo de todo lado que ela não podia se dar ao luxo de abrir os olhos e ver. Os homens que aguardavam sua vez tinham à disposição bastante comida, bebida, cigarros, energéticos e comprimidos de desempenho sexual. Cada homem esperava sua vez de voltar à meteção com fartura e comodidade.

Enquanto era comida e enrabada de todas as formas possíveis, Ana gozou algumas vezes, tanto que seu clítoris estava inchado e sensível ao extremo. Ela não sabia mais distinguir o prazer da dor, pois os homens não a deixavam respirar direito, que dirá pensar. Ela era legitimamente um depósito de esperma, incapaz de limpar a si mesma ou se mover direito, enquanto os homens metiam em qualquer coisa que parecesse um buraco nela. Ela sentiu fome e sede, depois de um tempo, e chegou a implorar por uma pausa, mas não foi atendida. Um dos rapazes, mais gentil, chegou a lhe dar um copo de água, que ela bebeu rapidamente, mas logo em seguida, já estavam enfiando rolas na sua boca de novo. Comida? Nem pensar. A única refeição que haveria ali, pelo jeito, seria porra na garganta.

Conforme os homens começavam a cansar, a criatividade tomou conta. Ana foi vendada, algemada, chutada, cuspida, apanhou com o chicote. Colocaram prendedores em seus mamilos. Colocaram alguma coisa no seu clítoris, que ela não soube identificar. Davam pequenos choques e queimaduras em seu corpo. Enfiaram vibradores de todos os tipos, tamanhos e cores nela, revezando com os paus, e a Ana não sabia mais o que iriam enfiar a seguir. Não tinha mais forças para chupar, sua língua estava dormente, mas lutava para respirar conforme um pau saia e outro entrava por sua boca. Não a deixavam se mover, então ela urinava e defecava ali mesmo, conforme a vontade vinha. Entregue ao prazer e à loucura, Ana começou a pedir por mais. Não queria estar “vazia”, tudo nela tinha que ser preenchido com um pau para que ela se sentisse feliz.

Ao final do teste, os homens começaram a sair. Foi um dia inteiro em uma suruba insaciável. Ana estava exausta, após ter desmaiado e acordado diversas vezes. Seu corpo todo doía, tanto quanto seus órgãos genitais. A cabeça girava, perdida, e muita esperma ainda escorria de sua vagina e de seu ânus. Conforme ela foi desamarrada, as presilhas removidas de seus mamilos e seu clítoris, ela apagou. Desmaiou de cansaço e desidratação. Ela sobreviveu. Ana foi carregada até o banheiro, limpada completamente e vestida.

Quando Ana despertou, ela já estava na limusine, sendo levada de volta para casa. Estava usando as roupas com que foi trazida até a casa. A memória voltou aos poucos, e quando ela abriu os olhos, viu em sua frente um envelope. Ela abriu o envelope, e viu um comprovante de depósito. Havia sido depositado em sua conta 68.000 reais, somando o valor inicial do experimento, 25.000, mais alguns bônus por teste e por “excelente desempenho no experimento social”. Ana respirou fundo. Estava voltando para casa. Toda arrombada, mas feliz e com dinheiro na conta. Sentiu algo vibrar ao seu lado, e quando viu, era seu celular. Ligação da mamãe. ‘Alô, mãe…’ ‘Filha, querida. Que saudade! Já está voltando para casa?’ ‘Sim, mãe. Eu estou voltando para casa. Logo eu estarei aí.’

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