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Ana na Casa das Rolas – Parte 2 de 3

Publicado em setembro 3, 2025 por João Paulo
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No dia seguinte, Ana despertou sem saber de nada que tinha acontecido na noite anterior. Ela sentia um gosto estranho na boca, mas nem imaginou que era porra. Levantou, escovou os dentes e foi tomar banho. Porém, havia espelhos e câmeras no banheiro todo, até mesmo dentro do boxe. ‘Ei, câmeras dentro do banheiro não é ilegal?’, Questionou Ana para os espelhos, e uma voz no alto-falante disse que a presença de câmeras de vigilância no banheiro estava previsto no contrato que foi assinado. Realmente, ela não tinha lido nem metade daquele contrato enorme cheio de folhas e letras miúdas. Relutantemente, Ana decidiu tomar banho vestindo sua roupa íntima, pois não queria ser vista pelada por estranhos. Mal sabia ela tudo o que havia acontecido e o que estava por vir.

Foi estranho para Ana tomar banho com calcinha e sutiã, mas ela teria que se conformar com isso ao longo daquele mês, pelo menos. Depois do banho, ela colocou as roupas usadas para lavar dentro de um cesto de roupas, e um aviso dizia que eles lavariam a roupa diariamente. Ela foi até o guarda-roupa, e foi então que ela percebeu que só tinha roupas… confortáveis demais. Blusinhas de alcinha, semi transparentes, croppeds, shortinhos, mini saias e muitas, mas muitas lingeries. Nada de calças ou camisas compridas, mas tinha biquinis e lingeries de renda e até com lacinhos. ‘Que raio de escolha de vestuário é esse?’, reclamou Ana para o espelho, e eles disseram que o clima dentro da casa era controlado e que eles se reservavam ao direito de definir o vestuário, pois fazia parte do teste e que ela tinha que usar o que tinha. Sem opções, ela colocou uma daquelas roupas minúsculas que eles providenciaram e se sentiu quase pelada. ‘Vocês são um bando de pervertidos!’

Ana foi até a cozinha, e tomou seu café da manhã. Ela percebeu que tudo tinha sido reposto à noite, e havia novos pratos na geladeira, incluindo a lasanha que ela havia pedido! Ana amava lasanha, e ficou muito feliz, quase esquecendo o incidente no banho! Ela pegou pães e frios e fez um sanduíche. Após o café da manhã, ela voltou para a sala e foi jogar videogame. Ao ligar o videogame, viu que tinha 1.000 reais de crédito para comprar jogos ou outras coisas. Ana aproveitou e comprei vários personagens novos e roupinhas para eles, nos jogos que ela mais gostava. Estava sendo um sonho! Viver ali por um mês talvez não fosse tão ruim assim. No entanto, logo ela começou a sentir sono de novo. ‘Nossa, que estranho, eu nunca sinto sono pela manhã…’, pensou ela, já cambaleando. ‘Deve ser algum tipo de moleza, preguicinha.’ Ela pausou o jogo e encostou a cabeça no braço do sofá, tirando um cochilinho gostoso ali mesmo.

Foi só Ana dormir que as luzes se apagaram. Tudo ficou escuro, e então a parede falsa da sala (tinha paredes falsas em todos os cômodos) se abriu e três homens entraram desta vez, todos de trajes pretos e capuz. Eles vieram direto para cima dela. Ana estava apenas adormecida, e estranhou o barulho. Ela tentou abrir os olhos, mas o sono estava pesado demais, por causa dos soníferos que ingeriu com a comida. ‘Tem alguém aí?’, ela falou, grogue. Estava muito escuro. Um dos homens veio e pegou em sua bunda. ‘O que foi isso? Por que está escuro desse jeito?’ Ana tentou se mexer, mas não tinha forças. Alguém puxou o shortinho dela pelas pernas, com pressa, mas gentilmente.

‘Alguém me ajuda…’, balbuciou Ana, até que um dos homens a segurou colocou um pano em sua boca, forçando Ana a respirar um produto que a derrubou na hora. Ele levantou sua cabeça e se sentou no sofá, colocando a cabeça dela no colo dele. Sem muita cerimônia, ele começou a enfiar o pau dele na boquinha dela. O segundo já veio colocando a boca na parte mais íntima de Ana e começou a lamber. Ana estava totalmente vulnerável, eles podiam fazer o que quisessem com ela. E fizeram. Logo o segundo cara ficou mais obsceno, e trouxe a rola dele para perto da bocetinha. Devagar, ele começou a enfiar aquela rola grossa dele dentro da bocetinha apertada, enquanto o terceiro apenas se masturbava e passava a mão nos peitinhos deliciosos da Ana.

O movimento foi muito brusco, e forte, e Ana logo começou a despertar. Lentamente recobrando a consciência aos poucos, ela percebeu que tinha algo duro dentro de sua boca, não a deixando respirar direito. Sentia outra coisa dura entrar em sua vagina, mas ela não conseguia enxergar nada. Seria um sonho? Não dava para se mexer, mas ela ouvia sons de respiração. Estava… No sofá? Ela não entendia o que estava acontecendo, quando um dos homens levantou sua perna, de lado, e meteu mais fundo em sua boceta. ‘Aí, parece que ela está acordando’, sussurrou um. ‘Eu sei, mas fica tranquilo. Tá tudo no esquema.’ Antes que ela pudesse realmente perceber o que estava acontecendo, o primeiro homem colocou o pano embebido com alguma coisa no nariz dela. Respirando aquilo, o corpo dela ficou mais e mais pesado, e ela desmaiou novamente.

Ao perceberam que ela voltou a ficar inconsciente, eles ficaram mais afoitos. O primeiro enfiou a rola bem fundo na boca, roçando a garganta, e o segundo entrou ainda mais fundo na vagina. Doía muito, mas o efeito do remédio no pano somado aos soníferos na comida fizeram com que ela nunca realmente acordasse. Ana ficou lá, inerte, enquanto os três babacas se revezavam e enfiavam as rolas nela, em todos os orifícios. O ânus foi o mais difícil. Ana nunca tinha dado o cuzinho antes, mas isso não importava, já que um dos homens estava fazendo aquilo com muita vontade. ‘Cu apertado da porra.’ ‘Vai que depois eu vou deixar bem arrombado.’ Ana gemia um pouco, e involuntariamente, seus punhos se serravam, como se estivesse tendo um pesadelo, mas não podia fazer nada. Depois de um tempo, eles trocaram de posição, deixando a jovem de bruços no sofá. Disputaram quem iria comer naquele momento, e estavam ansiosos para continuar fudendo. Após se resolverem, continuaram comendo e enfiando a rola onde quer que tivesse buraco disponível. Depois de algum tempo dentro dela, todos gozaram. O que estava com o pau na boca, gozou ali mesmo. O outro tirou o pau da boceta e gozou na cara, e o terceiro nas pernas de Ana. Eles estavam prestes a sair quando uma voz falou: ‘Não se esqueçam da limpeza.’ Eles voltaram, limparam a jovem e colocaram as roupas, só depois foram embora.

Logo as luzes acenderam. Quando o efeito passou, minutos depois, Ana acordou. Ela sentia dor de cabeça, como se tivesse tido uma enxaqueca. Sentia um gosto estranho na boca de novo, sem saber o que era, e muita dor nas pernas, na vagina e no ânus. ‘Porque o meu cu está doendo, gente?’, disse ela, antes de cobrir a boca de vergonha, lembrando das câmeras ao redor. ‘Desculpa, gente!’ A voz perguntou: ‘Algo errado, Ana? Precisa de alguma coisa?’ Ana não sabia como perguntar. ‘Eu… Acho que não estou bem.’ ‘Como assim? Quer a entrada de um médico?’ ‘Não, não precisa!’ Ana estava envergonhada. Não queria que alguém entrasse e visse sua vagina e seu ânus. Ela também não podia se ver no espelho, por causa das câmeras. ‘Que caralho aconteceu enquanto eu estava dormindo?’, Ana pensou, sem falar em voz alta.

Ana disse para os espelhos que sentia dores no corpo, e eles disseram que dariam analgésicos e que ela não precisava me preocupar, pois havia médicos de plantão. Horas depois, a mãe de Ana ligou no celular dela, e a ligação foi transmitida para o telefone fixo que ficava na sala. Ana falou para a mãe que estava tudo bem, que tinha saudades, e coisa e tal. Ana estava curiosa quando que os testes iriam começar, já que os testes começariam no segundo dia. Como que por telepatia, a televisão ligou, e aquele cara loiro falou que o primeiro teste aconteceria naquela noite. O teste seria uma festa com comida e bebida liberada, e Ana teria de entreter fantasiada dois homens mascarados. Ela só precisava interagir normalmente com eles. ‘É só isso? Trocar ideia com dois caras mascarados?’ ‘Mais detalhes serão fornecidos durante a festa.’

Ana almoçou normalmente. Chegando à noite, ela tomou um banho, novamente com roupas íntimas, e lavou e secou seu longo cabelo. Ao voltar pro quarto, ela avistou uma roupa especial que havia no guarda-roupa: um collant preto bem apertado, uma meia calça transparente e uma tiara com orelhas de coelhinha. ‘Minha fantasia vai ser uma lingerie de coelho?’, ela perguntou. ‘Será uma festa temática.’, eles responderam. O traje era bonitinho, mas meio… Curto pro gosto dela. Ana colocou o collant, que agarrava ao corpo todo, apertando nas partes mais íntimas. ‘Está apertando minha boceta’, pensou ela. Ela se maquiou, passou o perfume importado que tinha lá e então foi para o salão de festas. Ele estava todo decorado à moda antiga, com luzes, uma música animada, alguns sofás e pufes e uma mesa cheia de comida e bebida. Ao fundo, uma mesa com roleta, e alguns caça níqueis. Ana pegou uma bebida e se sentou no sofá.

Logo entraram os dois homens mascarados. Eles eram altos e fortes, pareciam ser bem mais velhos, na casa dos 40 anos. Ana se sentiu tímida, é claro, mas eles vieram e sentaram, cada um do seu lado. Eles não disseram o nome, mas a chamavam de Ana. Começaram elogiando, dizendo o quanto ela era bonita, e tal. Jogavam conversa fora, e elogiavam bastante. ‘Adorei seu traje.’ ‘Obrigada…’ Ela não estava entendendo qual era o teste. ‘Soubemos que você gosta de jogar, é verdade?’, perguntou um deles. ‘Bem, eu jogo bastante no meu celular.’ ‘E você tem sorte?’ ‘Não muita.’ Eles queriam que eu desse sorte para eles nos jogos que estavam prestes a começar.

Quando Ana acabou a bebida, eles colocaram vinho no copo. Ela disse que não era muito tolerante ao álcool, mas eles disseram para tomar. Ana tomou o vinho, era muito gostoso. Após tomar mais um pouco, ela começou a ficar tonta. As perguntas deles começaram a ficar ousadas e pervertidas. ‘Você já perdeu a virgindade, Ana? Com algum namoradinho?’ ‘Já, sim’, respondeu ela, toda envergonhada. ‘E você já fez um boquete?’ ‘Boquete…? Eu…’ ‘E quanto a sexo anal?’ Que perguntas mais inconvenientes e sem noção! Ana se recusou a responder, e eles começaram a ficar cada vez mais ríspidos e grossos. Ana não estava gostando nem um pouco daquilo, mas estava bebendo cada vez mais vinho, e ficando bem alegre. Alegrinha demais, na verdade. Ela já tinha tomado vinho antes e não tinha ficado assim. ‘Será que batizaram meu vinho?’, ela pensou.

‘Venha, vamos jogar a sorte’, disse um dos homens. Eles levaram a jovem até um caça-níqueis. ‘Puxe a alavanca.’ Ana puxou a alavanca, e a máquina girou. Quando a máquina parou de girar, apareceu escrito “Seios”. ‘Seios? O que quer dizer?’ ‘Quer dizer isso aqui.’ Um dos homens puxou o collant pro lado, revelando os peitinhos de Ana, e começou a beijá-los. ‘Ei, você não pode fazer isso!’ Ana tentou empurrá-lo, e a voz falou: ‘O teste exige que você faça o que a máquina disser, Ana.’ ‘Como assim? Esse é o teste?’ ‘Exatamente.’ Um dos caras começou a passar a mão nela, e ela disse que ele não podia fazer isso, mas ele continuou. Ana o empurrou, então veio o outro homem e segurou as mãos dela. ‘Vamos ver a minha sorte’, disse o homem, puxando a alavanca do caça-níqueis. O resultado deu “Beijo”. Sem que Ana entendesse exatamente, ele veio e beijou Ana. Colocou a língua dentro da boca dela, que tentou virar o rosto, mas ele segurou o queixo dela com força. O outro homem segurava os braços com uma mão, e com a outra mão, colocou a mão entre as pernas, subindo por baixo do collant. Ana gritou: ‘Socorro, me ajudem’, mas eles disseram: ‘Regras do jogo’.

Ana estava sozinha ali, com dois caras tarados. O que a beijava disse que ela tinha que parar de resistir, pois era inútil. Ela começou a chorar um pouco, de medo. Percebendo que não viria ajuda, ficou ainda mais desesperada. O primeiro continuou beijando, e colocava a mão nos peitinhos, por baixo do collant. Vamos tirar isso aqui. Eles tiraram o collant, deixando Ana toda nua ali, no meio da sala, e na frente das câmeras. Um deles girou a máquina de caça-níqueis mais uma vez, e o resultado foi “Boquete”. Não demorou muito para eles a colocarem de joelhos no chão. O corpo de Ana parecia molenga, e ela não sabia se era por conta da bebida ou do medo. O primeiro homem apenas abriu o zíper, colocando o pau pra fora. Era a maior rola que Ana já tinha visto. Para ser sincera, ela só tinha visto o pau do ex, no ano anterior, e era bem menor, pois era de um menino de 16 anos, e ali na frente dela estava um pau de um adulto. Ele olhou para ela e disse: ‘Põe na boca logo.’ Ana fez que não, e ele bateu com a rola na cara da menina. Ela comecei a chorar, e ele enfiou a rola na boca dela, segurando a cabeça com força.

Giraram o caça-níqueis novamente. O resultado deu “Buceta”. ‘Olha só, meu dia de sorte!’ Naquele momento, Ana já estava entregue, lutando contra uma rola na boca, e chorando. Ela fechou os olhos, e sem qualquer cerimônia, sentiu o outro vir por trás dela. Sentiu ele passar a mão na bundinha, e então sentiu uma coisa dura roçar por trás dela. Ela não conseguia se virar, pois o primeiro segurava a cabeça, então tentava impedir com a mão. O outro agarrou os dois braços e os segurou. Ela não pôde fazer nada quando ele começou a enfiar o pau na bucetinha. Tentou gritar, mas isso só fez com que o primeiro enfiasse a rola ainda mais fundo na sua boca. Sentiu a rola entrando cada vez mais fundo, e começou a chorar. Depois de um tempo, colocaram a jovem de quatro no sofá, e aí começaram a comer com tudo.

Lá estava Ana, bêbada, molenga e sem forças, com uma rola na garganta e outra na buceta, os dois babacas enfiando como queriam. Não havia nada que ela podia fazer, a não ser chorar e ser comida. Para ficar ainda pior, eles falavam coisas obscenas, como por exemplo como a buceta era apertada, por ser uma adolescente, e como a bundinha era uma delícia. Após alguns minutos, o que estava comendo anunciou que ia gozar. Ana tentou gritar para que ele não gozasse dentro dela, mas é muito difícil gritar com uma rola grossa na boca. No fim, ele gozou dentro dela, e o que estava comendo a boca também, gozou bem na garganta.

Eles soltaram Ana, e ela pensou que tinha acabado. Mas não, eles resolveram revezar. O que estava na boca veio por trás, e o que estava comendo veio para a frente. Enfiaram as rolas novamente, sem qualquer oposição concreta. Ana só conseguia chorar e gemer, e nem isso conseguia fazer direito, porque logo o que antes estava comendo veio e enfiou a pica dele na boca também. Eles comeram como quiseram, e gozaram de novo quando se sentiram satisfeitos. Depois dessa terrível foda, os dois se levantaram, se despediram e foram embora pela parede falsa, deixando Ana sozinha e toda dolorida. Ela recuperou o fôlego e chorou, ali mesmo no sofá. Depois ela foi até a sala, totalmente indignada. ‘Vocês não podem fazer isso! Eu quero ir embora!’, gritou Ana. A voz retrucou: ‘Você desiste do experimento, Ana? Não vai receber nada.’ ‘Mas que experimento? Eu fui estuprada aqui e vocês não fizeram nada!’ ‘Mas o teste era esse.’

Foi aí que a ficha caiu para Ana. ‘O teste era… Esse?’ ‘Sim. E você passou. Por ter passado no primeiro teste, recebeu um bônus de 2.000 reais. Meus parabéns!’ ‘Eu ganhei dois mil reais?’ ‘Sim. Mas, se desistir do jogo, irá perder tudo o que ganhou e sair com as mãos abanando, por quebra de contrato.’ Ana parou para pensar. Ela ganhou mais do que ganhava em um mês de trabalho como caixa de supermercado, em uma foda de dez, quinze minutos. Será que era tão ruim assim? ‘Quanto a esses testes… Eles serão todos assim?’ ‘Assim, como?’ ‘Assim. Com… Sexo, e essas coisas.’ ‘Em sua maioria, sim. Quer continuar?’ Ana ficou alguns segundos em silêncio, e então disse baixinho. ‘Eu vou continuar.’

Por trás do espelho falso, o homem sorria. ‘Ela topou continuar, senhor.’ ‘Maravilha. Suspenda os soníferos, não precisamos mais deles.’ ‘Certo, senhor. Gravamos tudo e estamos editando. Os vídeos de ontem foram um grande sucesso no mercado negro, e acredito que esses também serão.’ ‘Ótimo. Chame todos os clientes dispostos a pagar. A partir de amanhã, o verdadeiro jogo vai começar.’

E aí, está gostando do conto? Comente o que achou. Continuamos na parte 3, o final.

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