Esta história é de Ana, uma jovem de 18 anos que se formou no Ensino Médio. Incapaz de entrar em uma universidade pública e de pagar uma particular, ela trabalha como caixa de supermercado, o que é insuficiente para pagar suas contas. Ana contraiu uma dívida bancária que acumulou para mais de 10.000 reais, e não sabe como vai pagar com o salário que recebe. Ela possui cabelos castanhos compridos, 1,52 de altura e 50 quilos, sendo pequena e magra, com peitos pequenos e proporções médias. Ela adora assistir séries e é viciada em jogos eletrônicos de celular, principalmente gachas. Sendo considerada de beleza razoável, ela chegou a realizar ensaios fotográficos como modelo aos 16 anos, mas não conseguiu engrenar na carreira. Ela já teve dois namorados, e perdeu a virgindade no ano passado, com seu segundo namorado, mas eles terminaram e ela está solteira no momento.
Um belo dia, ela estava passeando no shopping da cidade, junto com a sua amiga e colega de trabalho, Débora. Ambas viam vitrines de lojas de roupas que não tinha dinheiro para comprar. Débora comentou que havia recebido um anúncio no WhatsApp sobre um experimento social pago. -Parece que tem uma empresa contratando pessoas para ficarem trancadas em uma casa realizando testes e servindo de cobaias para experimentos. A pessoa fica trancada dentro de uma casa por um mês sem se comunicar com ninguém. – Isso é golpe, miga, deixa de ser trouxa!, dissse Ana. – Parece meio estranho e suspeito, mas eles pagam muito bem, acho que vale a pena, disse Débora. Ela menciona inclusive que uma conhecida dela entrou nessa e ganhou uma boa grana em apenas um mês. É tudo uma loucura, Ana pensou, mas não custa nada pelo menos se inscrever, né?
Chegando em casa, Ana abriu o link que a Débora havia passado para ela. Ela entrou no site e fez a inscrição, só por via das dúvidas. A Débora mesmo disse que não iria se inscrever pois não estava precisando de dinheiro, mas Ana estava com dívidas, e não tinha nada a perder. Dois dias depois, ligaram para Ana. A pessoa disse que queria encontrá-la, e ela passou o endereço. Um homem alto e loiro, de cabelos curtos, trajando um terno, apareceu na casa dela no mesmo dia! Ele disse ser um representante da empresa de pesquisa social Experimento Mídia Ltda., que realizava o tal experimento social de confinamento. Ele disse que eu Ana foi aprovada para uma entrevista interna, na sede da empresa. Ela aceitou, claro, e então ele a levou, naquele mesmo dia, em uma limusine enorme e chique. “Quem é que vai de limusine fazer uma entrevista”, eu pensei. Eu entrei, e fui para um prédio comercial onde ficava a sede da tal empresa. Chegando lá, um outro senhor, loiro mas bem mais velho do que o que veio na minha casa, me explicou como funcionava o projeto.
Era bem simples, na verdade. A Experimento Mídia Ltda. realizava testes de experimento social no qual uma pessoa jovem ficava trancada dentro de uma casa, sem comunicação externa a não ser com membros da empresa, ao longo de um mês. Ela receberia comida, roupas, e tudo o que é necessário para viver lá, e ao final do período, ela ganharia aproximadamente 25 mil reais. Isso pareceu muito dinheiro, só para não fazer nada! Mas ele disse que, durante aquele período, ela seria monitorada o tempo todo, 24 horas, por diversas câmeras, e submetida a testes diversos. Quando ela perguntou que testes seriam esses, ele disse apenas que ficava a cargo da empresa que os contratou para realizar os testes, e que ela seria informada lá dentro, mas que não precisava se preocupar pois os testes não colocariam em risco a saúde física, e ela poderia desistir a qualquer momento, no entanto, não ganharia nada se desistisse.
Ana achou muito esquisito aquilo, mas eram 25 mil reais! Mais do que ela ganhava no ano, e em um único mês! Ela logo imaginou quitar sua dívida e quantas roupas e jogos ela poderia comprar com todo esse dinheiro. Ela disse que ia pensar, e então eles explicaram que a proposta só era válida por um dia, ela tinha que aceitar naquele dia mesmo, ou eles chamariam outra garota para a vaga. Sem muita escolha, Ana aceitou, e assinou um contrato de confidencialidade, que a proibia de contar a qualquer pessoa o que se passaria dentro da casa. Além do contrato de confidencialidade, ela assinou mais um monte de papelada. Ela nem leu tudo, mas assinou em todos os locais marcados com X, de tanta ansiedade para começar. Como Ana morava com a mãe, ela teve que inventar uma desculpa sobre ter ganhado uma bolsa de estudos em um curso de modelo profissional na capital, e por sorte a mãe dela caiu na conversa.
Uma semana depois, uma limusine chique veio buscar Ana no local combinado, perto de casa. Ela já tinha preparado uma mala com algumas roupas, produtos de beleza, escova de dente e tal. Despediu-se de meus pais e foi embora na limusine. Durante a viagem, ela viu fotos da casa em que ficaria. Era enorme, com muitos cômodos, tudo chique lá dentro. Era só um mês e pronto, 25 mil reais! Algumas horas de estrada depois, a limusine havia chegado naquela mesma casa enorme que estava nas fotos. A casa era gigante, tinha dois andares, e um muro bem, bem alto em volta. Era casa de bacana, e ficava em um bairro bem afastado, no meio do nada. Aparentemente, eu não teria vizinhos. Havia seguranças em volta da casa e tal, parecia uma casa de reality show.
Chegando ao local, Ana desceu da limusine e disse que queria a mala. O motorista disse que ela não precisaria de nada, que dentro da casa já havia tudo o que ela iria precisar, como roupas e produtos de higiene. Eles exigiram que ela entregasse o celular, pois, como parte do experimento, todos os contatos seriam realizados por um telefone dentro da casa. Ana entrou na casa, e logo eles trancaram a porta e disseram que eu devia esperar por instruções do meu supervisor. Logo reparei que a casa era enorme, e que as janelas foram todas vedadas. A casa tinha muitos espelhos, em quase todos os cômodos. Na sala, cozinha, quartos, até no banheiro. Ana já tinha visto vários reality shows: certamente os espelhos continham câmeras do outro lado. Havia também muitas câmeras visíveis, em todos os cômodos, e ela percebeu que seria monitorada 24 horas mesmo, até no banheiro. Era intimidador, mas ela já tinha aceitado, né?
A cozinha estava cheia de comida. O quarto tinha várias roupas no guarda-roupa, e o banheiro tinha sabonetes, toalhas limpas, xampus e tal. Ah, e tinha videogames na sala, com vários jogos que ela queria jogar, junto de uma televisão enorme! Tudo parecia pronto para uma longa estadia. Depois que ela deu uma olhada pela casa, a televisão da sala ligou, e aquele cara loiro, o representante da empresa, apareceu lá. Ele explicou como iria funcionar o experimento: bastava que ela ficasse dentro da casa e fizesse o que quisesse. As refeições seriam preparadas e entregues, e os produtos consumidos seriam repostos à noite. Ela não teria interação com ninguém fora da casa, tudo ocorreria quando ela estivesse dormindo, a menos que algum teste exigisse isso. – Que testes serão esses?, ela perguntou, mas eles disseram que ela não precisava me preocupar, pois no primeiro dia, não teria testes. Era uma espécie de “aclimatação”. As ligações para o celular dela, da família, seriam direcionadas para um telefone na sala, e quando eles direcionassem a ligação, ela poderia atender, mas estava proibida de falar qualquer coisa sobre a casa ou os testes. Os pais dela precisavam acreditar que ela estava fazendo curso de modelo.
Ana ficou de boa a tarde inteira, e então o telefone tocou. Era a mãe de Ana, e ela mentiu, dizendo que estava adorando a escola, o curso e os professores. Não podia deixá-la preocupada! Ana odiava mentir para a mãe, mas teve que fazer isso. Depois de alguns minutos ao telefone, desligou, ligou o videogame e passou um bom tempo jogando. Mal sabia Ana que, atrás do vidro da sala, ela era monitorada por dezenas de homens, que olhavam atentamente. Ela não podia vê-los ou ouvir o que eles diziam, é claro, era tudo abafado. -Hum, você escolheu bem essa garota, hein?, disse o homem loiro para o outro, mais velho, que fez a seleção. -É claro que sim, respondeu ele. -Não podemos falhar na seleção. Aqueles que nos patrocinam não toleram erros. -Eles estão ansiosos por começar, senhor? -Bem ansiosos. Os testes deverão começar essa noite mesmo. -Mas já? Tem certeza? -Seguimos apenas ordens. Alguns dos nossos homens já estão até mesmo prontos, esperando a hora de entrar em ação.
Depois de jogar por algumas horas, Ana começou a sentir fome. Ela foi até a cozinha e abriu a geladeira. Havia vários pratos prontos lá dentro, como arroz, feijão, carne, frango, almôndegas, costela, panquecas, e por aí vai, tudo fechado em pratos com adesivos, era só pegar, esquentar e comer. Também tinha diversas bebidas, como água, refrigerante, sucos naturais e tal, assim como vários tipos de sobremesa, como pudim, sorvete, bolos, brigadeiros e outros doces. Caso ela não gostasse de algo ou quisesse algum prato específico, estava escrito na porta da geladeira que era só avisar para o espelho que eles iriam providenciar. Ela fui até o espelho e disse -Quero uma lasanha, só para experimentar. Uma voz falou no alto-falante que amanhã teria lasanha na geladeira. Que máximo! Ana se sentia muito feliz e mimada desse jeito! Ela escolheu um prato, uma bebida, esquentou e começou a comer. Aparentemente, podia comer à vontade, pois tudo seria reposto durante a noite. Mas ela não queria exagerar, pois queria ficar magra para que os pais não desconfiassem de nada quando ela voltasse.
-Senhor, está dando certo., disse um dos homens atrás do espelho. -Você colocou os soníferos na comida dela? -Sim, senhor, está tudo com soníferos, e ela está comendo sem perceber nada. -Ótimo. Esta noite, começaremos nosso primeiro teste, e vamos ver como ela se sai. Após acabar de comer, Ana tentou continuar jogando videogame, mas logo começou a sentir sono. Como a casa não tinha qualquer relógio, não dava para saber que horas eram, mas ela presumiu que já devia ser de noite. O sono foi ficando maior, então ela resolveu desligar o videogame, escovar os dentes e se preparar para dormir. No quarto, o guarda-roupas tinha um pijaminha confortável, uma blusa de alcinha e um short. Ela vestiu o pijaminha e deitou na cama. Mas que cama deliciosa de confortável! Enorme, muito macia e cheia de travesseiros. Ela se deitou, alongou e logo estava dormindo que nem uma princesa.
-Parece que ela já dormiu, senhor., disse a voz atrás do espelho. -Ótimo. Comecem a primeira “prova” com os nossos convidados. -Agora mesmo, senhor. Podem entrar, vocês já sabem o que fazer. Enquanto eu dormia, uma porta falsa se abriu, e dois homens entraram no meu quarto. Os dois caras usavam trajes escuros e capuz, e além disso, estava totalmente escuro, e Ana dormia que nem uma pedra, sob efeito dos soníferos que ela inadvertidamente havia tomado junto da comida. Os homens subiram na cama, e puxaram o lençol. Ela respirava profundamente. Eles encostaram nela, para ver se estava mesmo dormindo, mas ela estava no quinto sono. Sem muita cerimônia, eles abaixaram as calças, e colocaram os pintos deles para fora. Um deles se agachou perto do rosto de Ana e começou a roçar o pau dele meu rostinho dela. O outro veio e começou a apalpar as pernas. Ana não sentia ou percebi nada, pois estava entorpecida. Logo o primeiro começou a colocar a rola dentro da boca dela, abrindo com a mão. Ele segurou o queixinho dela e enfiou a rola na boquinha quente e macia. O outro tirou o short e a calcinha, e depois começou a passar a mão na parte íntima.
Ana foi vorazmente molestada enquanto dormia, sem perceber nada. Enquanto um segurava a cabeça e colocava a rola dentro da boquinha, o outro enfiava um dedo dentro da xaninha. Eles olhavam um para o outro, e como percebiam que ela não estava acordando, foram ficando mais e mais ousados. O primeiro enfiava o pau dele cada vez mais fundo, e o outro ficava passando as duas mãos nela, uma delas na perseguida. Ela me mexia de vez em quando, mas estava totalmente entorpecida, completamente vulnerável. Eles continuaram fazendo o que quisessem até que o primeiro acabou gozando um pouquinho dentro da boca. Satisfeito, ele se afastou, enquanto o segundo começava a penetrar. Entrou devagarzinho e começou a estocar, naquele corpo inerte de bruços com sêmen na boca. Ana se mexia mais e mais, mas não acordou. Ele não gozou dentro, tirou a tempo, e gozou na bundinha dela. Satisfeitos, eles limparam tudo e colocaram o pijama de volta, cobriram a Ana e saíram do quarto pela parede falsa escondida em um dos espelhos.
-Parece que o primeiro teste foi um sucesso, senhor., disse a voz atrás do espelho. -Sim. Ela tem bastante potencial. Gravaram tudo? -Sim, foi tudo gravado pelas câmeras noturnas e nossa equipe está editando neste exato momento. Em algumas horas, poderemos vender o conteúdo no mercado negro. Novos clientes já estão entrando em contato, dispostos a pagar para entrarem nas próximas provas. -Excelente. Vamos encerrar por hoje. Teremos um longo mês pela frente.
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