>>> sequencia do 03 >>>>
Clarice foi embora no outro dia depois que almoçamos. “Te aviso quando vir, ainda tem mais pra fazer”, sorri, “amiga da próxima, vou caprichar bem, mas só que desta vez quero algo pra mim também e vc vai pagar né?”, “Combinado então, quero ver teu desempenho, querida”. …
Quase um mês depois, recebi o aviso, “estou chegando na terça a tarde, me espera no hotel”.
Depois que subimos para o apto dela, “amiga, sabe, meu noivado esta complicado, não sei não se este casamento vai sair, acredite, provoquei ele e chegue a comentar que achava bonito as travestis, sabe ele sorriu e meu disse eu também, ele também acha lindo”, então procurei defender o cara sem mesmo conhecer. Mas ficou naquilo. Fui jantar com ela a noite e combinamos pela manhã, ela me levaria na obra ver o andamento, depois a gente almoçaria e ela estaria aminha disposição, afim de enfrentar qualquer coisa. Eu sabia muito bem o que ela queria, sempre meu apoio para arrumar uma coisa qualquer pra ela, ela tinha dinheiro podia pagar, então não era difícil, mas dos desejos deles e das fantasias que ela tinha, um que faltava era um preto grande.
Eu aprendi que podia passar digamos a encomenda, para a tia lá da casa onde já tinhamos ido, lá era seguro, ninguém poderia nos reconhecer. Foi o que fiz, disse o dia que a gente ia querer ir lá e horário. Como sempre fiz, só queria ver , na hora também, surpresa para nós duas. Clarice sempre sempre me dizia para ficar perto, medo do desconhecido.
No dia passamos na obra, quase acabada, me mostrou tudo por dentro, almoçamos, depois no meio da tarde, fomos para a casa dos encontros. Como sempre fiz, entrei direto nos fundos, estacionando perto da entrada, era nos fundos bem abrigado, um apartamento completo. Logo que entramos a tia, veio, pediu para ter paciência, aguardar uma meia hora, que ele estava vindo. Ficamos alí conversando, Clarice me falou que assim que ela se mudasse, e começasse a funcionar a empresa dela, ia me convidar pra trabalhar com ela, ia me fazer uma proposta, nem perguntei para fazer o que, deixei assim.
Mais de meia hora depois sem bater , entrou um cara negro, com a tia, quando ele chegou na sala onde nós estávamos a tia virou as costas e foi embora. “as duas”, ele perguntou, apontei para a Clarice, ele entendeu e se foi para o banheiro. Nós fomos para o quarto, Clarice, com cara de safada, tirou a roupa, ficou só de calcinha, ela tinha um corpo bem bonito, bem cuidado. Ficou sentada na cama, eu fui no canto do quarto um sofá, sempre fiquei nele. Logo entrou no quarto o negro, em uma toalha. Foi perto da Clarice , e deixou cair a toalha, estava de costas pra mim, eu não conseguia ver, mas notei que ela ficou olhando fixo, levantou o braço e com certeza pegou.
O negro bem safado, acostumado a este tipo de sacanagem, ele logo se virou pauzão duro, foi na mesinha de cabeceira, da gaveta, um pote de creme e camisinha, e dai surpreendeu, abriu o sachê da camisinha, e veio parou na minha frente, me entregou a camisinha, “põe no meu pau”, a Clarice lá na cama, ainda sentada, fez sinal com a cabeça, como se dissesse, “faz, faz, põe”, comecei tentei, mas não conseguia, ele então tirou a camisinha da minha mãe e rapidinho vestiu só a cabeça, e ofereceu pra mim, desenrolar ela para o resto do pauzão dele. Quando fiz, o pau dele parecia uma pedra, achei que ele quis me humilhar , pq quando terminei, ele de pé na minha frente eu sentada, ela puxou minha cabeça, e botou o pau na minha boca, “chupa, chupa”, deixei a cabeça entrar, deu uma chupada, depois falando com a Clarice , essa parte ele nem viu.
Foi direto pra cama com o pote de creme na mão, pegou a Clarice pelo braço, falou algo, e ela se ajoelhou depois de tirara a calcinha. Ele foi atras dela, e começou passar o creme, ela falou algo, depois soube que ele passou creme no cuzinho dela, pensava em comer ele com certeza, quando ele falou ele então só passou o creme no pau.
Acertou a posição, vi que ela foi pra frente pra fugir do pauzão, botou a mão pra trás, segurando o corpo dele, ele entendeu, ficou um segundo parado e dai foi mais calmo, aos poucos fazendo um vai e vem bem curtinho e ví o pauzão dele sumindo, a Clarice, só se mexia um pouco, achei que para encaixar melhor, podia esta sentindo alguma dor, ele segui i ritmo, bem devagar, puxava, a pauzão começava aparecer pra mim, e empurrava outra vez, diversas vezes quando empurrava, ele me olhava e sorria, segui devagar, então ela falou algo, e notei que ele acelerou, a Clarice puxou o travesseiro que tinha na cama, e baixando a cabeça, se abraçou no travesseiros, então ele acelerou, eu ouvia ela gemer, minutinhos depois ela gemendo forte dai ele gozou enterrando tudo, foi com força e rápido a ultima enterrada, tanto que ela gritou e cai pra frente o pauzão dele ficou no ar, ainda se contraindo, camisinha cheia do gozo dele, ele pulou literalmente da cama, tirou a camisinha jogou no chão, veio na minha direção, fiquei alerta pensando que ele ia inventar algo, mas foi só uma toalha pequena que estava do meu lado ele pegou e se foi para o banheiro. Levantei e fui na Clarice que estava encolhida deitada ainda, sentei, passei a mão nela,” vc esta bem tudo bem contigo”, ela murmurou um sim, depois se virou pra mim, “querida, que coisa louca, essa valeu de verdade, ainda sinto contrações na minha ppk”.
Ele saiu do banheiro veio até a cama, já vestido, olhou para a Clarice, espero que vc tenha gostado, me chame quando quiser, me diz vc pagou pra tia né?”, com a resposta da Clarice, ele sai porta a fora. Clarice ali deitada ainda, de pernas abertas se examinando. “falta um espelho aqui, queria me examinar”, risos.
Minutos depois saímos, subi com ela até a o apartamento dela, conversamos um pouco, combinamos nos encontrar antes de ela ir embora, sai indo para a imobiliária. No outro dia falei para a Clarice, que a visão do pauzão do negro, todo melado, não tinha me saído da cabeça. “Amiga, eu pago pra vc, na próxima encomenda dois”, risos.
Almoçamos juntas, no shopping e depois ele foi embora pra cidade dela. Deixando combinado, que me ligaria.
>>> segue minha história com Clarice.. ( 05 ) …
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