Meu pai abandonou minha mãe quando eu ainda era muito nova, novinha mesmo (12). Minha mãe era muito chata, exigente, não me deixava fazer nada, eu vivia mais na casa de minha tia que era também minha madrinha e conselheira. Fui um em um inicio de noite, quando voltei da casa de uma amiga, minha mãe começou me xingar, gritar comigo, me tranquei no quarto, e quando esta tudo em silêncio, com uma roupas que coloquei na minha mochila, sai, pé por pé, fugi de casa. Eu tinha 16 magrela baixinha, caminhei até a BR, e no posto da gasolina, pedi carona em um caminhão que estava saindo, o motorista um coroa, grisalho barrigudo, ele me perguntou onde eu queria ir não soube responder, ele mandou eu subir.
Rodou alguns minutos, e adiante em outro posto de gasolina, entrou um jovem que ele dizia ser seu auxiliar.
Sem nada falarem, ficou rodando um bom tempo, já eram altas horas de noite, ele saiu da estrada com o caminhão, lugar descampado, mas longe se via uma luz, uma chácara oi sitio como queiram pensar,, desceu em entrou na casa da frente, uma casa enorme. Fiquei ali com o auxiliar dele, que começou bancar o engraçadinho, me tocando, passando a mão em mim. logo chegou o motorista, mandou a gente descer, e me levou pela mão, por um corredor ao lado da casa, para uma outra casa menor, mais baixa, entramos e fui colocada num dos quartos, “dorme”, ele ordenou, mas logo entrou uma mulher já de certa idade, veio até mim, me olhou segurando meu queixo, perguntou minha idade, “16”, respondi. Ela olhou para o motorista, falou algo, ela saiu, fiquei ali sozinha, por um tempinho a mulher voltou, Eduarda, Duda, trazendo um pato com comida e água. Deixou ali e saiu, sem falar nada, comecei ficar com medo da maneira que ela me tratava.
Logo mais tarde voltou, recolheu o prato, e foi na cama que tinha ali, ajeitou a colcha e o travesseiro, “dorme agora”, tem o banheiro ali, se quiser usa, mas não sai da casa. Acordei já pela metade da manhã, quando a Duda entrou, eu estava ainda de roupa, ela falou pra tirara a roupa e que devia tomar um banho, me passou uma toalha. Quando fui para o banheiro, ela foi junto, “vem, tira essa roupa, vou te arrumar, outra, já tive uma menina como vc aqui”, me olhou totalmente sem roupa, senti vergonha, saiu fechou a porta. Entrei para o box, estava me sacando quando ela abriu a porta, “deixei roupa limpa pra vc na cama, use e não sai da casa, depois venho falar com vc”, além de roupa tinha também café, pão, etc.
Quando ela voltou, sentou na cama, e fez sinal pra sentar ao lado dela, e então, começou, falar, perguntou meu nome, idade outra vez, pq eu tinha fugido de casa, queria saber, onde era minha casa, perguntou sobre minha mãe e meu pai, perguntou tudo que queria, então perguntou se eu já tinha namorado alguma vez, respondi que não, “então vc é virgem ainda?”, sim concordei, “vem comigo, vou mostrar a casa da frente pra vc”, entramos pelos fundos , uma casa enorme, quartos, cozinha, e uma sala enorme com sofás, mesas, me puxou pela mão, por um corredor, abriu a porta de um dos quartos, vazio, fomos para outro, lá uma mulher deitada com um cara, os dois sem roupas, dormiam, ela me puxou pela mão, “não faz barulho”, e me levou ao lado da cama, não sei explica minha cessação naquele momento, os dois nus, o cara com o pau deitado sobre a barriga, ela deitada de lado, primeiro pau que ví na vida, a Duda sorriu, me puxou pela mão, me mostrou mais dois quartos que estavam vazios.
Entramos numa salinha pequena e ela começou a falar, me contando que ali era uma casa de encontros, de homens e mulheres, que os homens pagavam pra ficar com as mulheres, ……, era uma casa de prostituição.
Outra vez perguntou se eu nunca tinha namorado se era virgem. “Agora vc sabe o que se faz aqui, aqui é tudo por dinheiro, os homens pagam, vc acha que consegue viver aqui, ficar com a gente, acha que consegue aceitar conhecer homens, são todos muito queridos, eu cuida pra nada errado acontecer, e tem o dinheiro que vc pode ganha”, não respondi nada. Ela voltou a falar, olha só, vc ainda é menor, não pode ficar aqui na casa de frente, tem que sempre ficar lá atras, vai agora fica lá, não vem aqui nunca, eu vou lá, depois mais um pouco pra gente falar, liga a TV e fica lá”.
Voltou mais tarde, “olha, eu tenho um bom amigo, de muito tempo, já tem certa idade, é fazendeiro, e adora menina novinha como vc, posso ligar pra ele e contar que tenho uma menina aqui, o que vc acha, tem coragem, ele é bem querido, e já de idade”, não respondi nada, ela então apertou minha mão, “querida vou falar com ele, depois trago ele aqui e fico junto, perto, combinado?”, saiu.
Fiquei em polvorosa, nervosa, ouvia meu coração batendo. abri o armário eu sabia, já tinha visto que tinham revistas ali, revistas de sexo, fiquei olhando sem entender como seria possível, fazer aquilo. Deitei e dormi com a revista junto comigo, mais tarde acordei com a Duda entrando, deixou a porta abeta veio até mim, sentou na cama comigo, ele esta ali fora vou mandar ele entrar, depois saio, e logo volto”. Foi na porta e o cara entrou, bem velho já muito grisalho, um homem baixinho.
Ele entrou a Duda saiu, ele sentou ao meu lado, pegou minhas mãos, começou conversar, nome, idade, namorados, cheio de perguntas, e tocou meus seios, tremi, ele largou, “calma, calma, vamos só fazer o que vc aceitar”, levantou e começou tirara a roupa, bem de frente pra mim, por dentro eu tremia, calça fora, camisa fora, barrigudinho, e cueca fora, e então apareceu, um pauzão dependurado, cabeçona, ele se aproximou e puxou minha mão pra pegar, estava mole, minha mão ficou pequena, ele segurou minha mão e fez movimentos de masturbar ele, eu sentia ele endurecendo na minha mão, ficou meio duro, curvado pra baixo, ele se aproximou mais ainda de mim, e puxou minha cabeça, segurando o pauzão, e começou esfregar no meu rosto, e de pronto foi para minha boca, “abe, chupa, chupa querida”, abri a boca ele entrou com tudo, segurando minha cabeça, e fazendo um vai e vem com o corpo, aquele, pau ficou muito mais duro, então ele me fez levantar, a começou a tirar minha roupa, estava apressado, acho que nervoso, lembro que eu só olhava o pau dele, grande, grosso, que começou a amolecer, ele me deixou nua, e começou se masturbar, me obrigou a ajoelhar na frente dele e veio com o pau outra vez na minha boca, logo endureceu, ele me fez deitar na cama, abriu minha pernas e se ajoelhou dentro delas, logo sento i pau dele, encostando na minha bucetinha, ele levantou uma das minhas pernas e com a mão dedos, foi pra minha bucetinha, acariciou e bem devagar foi entrando com o dedo, um dedo eu senti, ele então, botou o dedo na boca, molhou na saliva, e outra vez, desta vez dois dedos, senti uma pontada de dor, ele então se ajoelhou bem espichado na cama, e veiou de boca na minha bucetinha, era estranho, mas até então a melhor parte, outra vez dois dedos entraram em mim, ele então se ergueu e veio pra cima, esfregava o pau na minha bucetinha, mas estava mole, não consegui fazer nada, então num movimento rápido, fiou de joelhos entre as minhas pernas, olhando minha bucetinha, e começou a se masturbar, forte, rápido, pau meio mole, em seguida começou se contrair, respirar pesado, eu só olhando o pauzão dele que ela amassava apertando, e senti a primeira cuspida do gozo dele, escorrer na minha barriga, gozou um rio de porra, tudo sobre meu corpo. Sem falar nada, levantou, foi no banheiro, e ouvi agua escorrendo, estava se lavando.
Logo apareceu já vestido, deixou um dinheiro em cima da mesa e saiu. Tempinho depois eu já estava olhando tv, a Duda entrou sentou ao meu lado, “o véio não conseguiu né?, disse que volta outro dia, que era pra mim preparar vc, sabe o Roger que é segurança que fica lá na frente, vou pedir pra ele vir aqui com vc, ele é um cara bom, gosto dele, sei bem como ele é, já fiquei com ele, é um amor”, le4vantou e saiu…..
.. segue, parte (02)…..
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