…. segue do ACOSTUMA 01. são fatos reais ..
Então com 18 para 19 anos, sem namorado, minha mãe havia mandado o Nelson embora, estava solteira e com certeza namorando um ou outro, pq sei que puxei por ela, muita vontade sempre.
Com minha turma de amigas e amigos, alguns eram casais de namorados, mas alguns não se comportavam como tal, tanto as meninas como os meninos, idades semelhantes, eram filhos de famílias abastadas, da sociedade, e praticamente todos, também cresceram meio que abandonados pelos pais e sendo cuidados por babas, secretárias, tios tias…. Poucas ainda estudavam, sem olhar o futuro, na realidade nem precisavam, estavam com futuro garantido.
Entre todas amigas, a mais próxima, era a Helena (18a), depois tinha a Marli (17a), eram um pouquinho mais novas que eu, mas bastante experientes, com a Helena eu era mais próxima, ela dormia seguido na minha casa, a Marli, quando estava junto no mesmo quarto que a Helena . Muitas vezes quando a gente saia a noite, eu dormia na casa da Helena, virava a noite fofocando, uma contava tudo para a outra não tínhamos segredos. Também muitas vezes viajei com os pais dela a convite, que adoravam viajar e nas viagens, nos deixavam nos hotéis e sumiam, ficavam um, dois dias sem aparecer, a gente nunca sabia quando iam aparecer. Em uma destas viagens ficamos com dois Argentinos no quarto deles, lado a lado, loucura total. O pai da Helena já de certa idade, mais velho que a mãe, bem mais nova, ela me dizia que a mãe devia ter outro pq o pai não dava mais assistência pra ela. Eu e a Helena não tinhamos segredos, ela sabia de toda minhas história e eu sabia a história dela.
Mas chegou a a primavera e como sempre pai e mãe, saíram em viagem ao exterior, muitos dias fora. Combinada com a Helena, convidamos alguns casais de namorados amigos, e também a Marli (17), uma querida amiga, para passar uns dias na nossa casa na praia. Aceitaram o convite, nem pensaram muito, queriam movimento e praia então estava na medida.
Não tinha nenhuma santinha no grupo, as conversas eram abertas, e as que tinham namorados se comportavam como mulheres, amantes, tudo de boa. Tinha casais de namorados que eram bem “atualizados”, seguido se via, no maior papo e amassos um namorado com o namorada do amigo, faziam isso normalmente, no clube era assim, mais de uma vez, vi, uma das amigas ao lado do namorado, apalpando um outro, ali na mesa ao lado da pista de dança, então na praia a gente sabia que coisas iam acontecer.
Nossa praia não era grande , era tipo um refugio, cercada de montes por todos os lados, pra chegar lá a gente saiu do asfalto, andava bons minutos de carro, descia, bastante em uma estradinha de terra, entre pedras, lá embaixo, diversas casas bem próximas do mar, entre elas a nossa. Como ainda faltava um tempo para o final do ano, a praia quase sem nenhum movimento. A mãe tinha me avisado, que entre as pedras, no alto, tinham alguns moradores de rua acampados, desciam para pedir coisas, e aprontavam bastante, muitos deles, andavam praticamente nus, e eram também bem agressivos, quando não ganhavam nada, sempre andando de duplas ou até entre três, maioria homens, se via muito poucas mulheres com eles.
Já na primeira manhã foi aquela farra, todos nós indo para o mar, a gente se conhecia bem, sabia que eram todos bem largados. Eu e a Helena e a Marli veio junto, decidimos explorar o morro, já que a mãe tinha falado do vagabundos e drogados, isso nos atraiu. Já na subida encontramos um homem, já grisalho, fumando algo, nos viu veio conversar, estava drogado, a Marli se aproximou muito dele, ele num gesto rápido, tocou o seio dela, ela pulou de susto, rimos muito, ele se animou e num gesto rápido baixou a bermuda imunda que vestia, ficou aquela coisa ridícula dependurada, a Helena a mais descolada,… isso um dia deve ter funcionado, saímos dali apressadas, continuamos desviando das pedras enormes e subindo. Adiante em um espaço descampado, uma casa de madeira, caindo aos pedaços, uma mulher dentro da casa e duas menininhas fora, brincando, passamos rápido e subindo, a gente parava para olhar a praia lá embaixo. Em baixo de uma arvore, logo depois desta casa de madeira, três homens, jovens ainda, um deles negro alto magrelo, levantou e veio até nós, nos convidou para sentar lá com eles, a Helena aceitou rápido, estava bem assanhada, ele deve ter notado algo nela pegou a mão dela e levou pela mão, fomos juntas, a Helena sentada ao lado dele, me olhava, fazendo caras, eu logo imaginei. Minutos depois levantou veio até mim e a Marli, falou baixinho, vou pegar o negrão, ela nem ouviu o que dizer para saiu e pegou ele pela mão e foram onde a gente via que tinha uns arbustos, um matinho. Os outros dois continuaram no papo, com se nada estivesse acontecendo. Passou bastante tempo, eu comecei fiquei nervosa, pedi a Marli vir comigo e fui em direção ao matinho, a cena já era mais ou menos esperada. Ainda um pouco a distância e sem ver eles, já ouvia os gemidos da Helena, e lá então, ela apoiada em uma mesa improvisada, com o traje de banho parecia afastado, o negrão atrás dela, dava pra ver o pau dele quando puxava um pouco pra fora, comendo a amiga, eu e a Marli demos a volta sem sermos notadas, voltamos a sentar lá com outros dois loucos. Um dos dois que estavam ali se encarnou na Marli, talvez por ser mais novinha, aparentava ter menos da idade dela, ela sentada ele ficou de pé ao lado dela, e botou o pau pra fora da calção que vestia, pau mole encolhido, segurando no pescoço dela, …chupa, chupa, levantei empurrei ele, fiz a Marli levantar, vem vamos embora, voltamos lá onde a Helena estava sendo comida, e sem aparecer, gritei, chamando ela pra ir embora, demorou um pouquinho ele veio voltando, o negrão dela nem apareceu, para descer o morro tinhamos que passar pelos outros dois, aquele que queria que a Marli chupasse ele, estava de pau duro, nos mostrando quando passamos. Mesmo achando graça estávamos bem nervosas, descemos o mais rápido que podemos, lá em baixo então, na areia, perguntei, Helena, … e daí pegou o negrão, ela sorriu , passou o braço por sobre meus ombros, me abraçando e caminhando comigo, ….tô dolorida e ardida, amiga, risos. A Marli, não se sofreu,… bem feito, pensa que não vimos como ele era, estava longe mas deu pra ver, eu reforcei a pergunta,… e também na bucetinha,… não, não, ele até se preparou pra entrar, mas tapei minha bucetinha com a mão, então ele entendeu, me deu um tranco, que gritei, depois se acalmou, e não chegou a gozar.
Chegamos em casa felizes, uma gozando da cara da outra de brincadeira. Não contamos pra ninguém. A maioria dos convidados ainda estava fora.
A noite já deitadas na cama, insisti para a Helena me contar mais do negrão. Primeiro ele me gozou,… interessada né amiga, sorriu, olha uma maravilha aquela coisa dele parecia uma barra de ferro de tão dura que estava, olha grandão, minha mão ficou pequena, ele estava muito louco, deve ter se masturbado depois. Sabe ele me disse que todas manhãs próximo ao meio dia ele desce e vai tomar um banho, bem num cantinho que tem lá, próximo a umas pedras, grandes, me convidando né, sorrindo ainda, me provocou,… vc esta a fim né, vai lá, qualquer coisa diz que fui eu que falei, vc é mais baixinha, ele vai te levantar do chão com o guindaste dele……
Leia o ultimo capítulo PRAIA (2/2) ….agora esta parte segue em Contos eróticas….
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