Vou contar ligeirinho, isto esta guardado na minha cabeça a muitos e muitos anos, hoje tenho 36, sou casada tenho um casal de gêmeos com 14 anos, e quero falar de quando eu tinha meus 14, ninguém sabe, a pessoa que fez o que fez, já faleceu, mas deixou marcas e um legado, que é possível entender, lendo este conto.
Quando eu tinha 12 anos meu pai faleceu, somos de família muito bem estabelecida, meu avô dono de uma grande empresa, minha mãe casou com meu pai quando tinha 28 anos, então com pouco mais de 40 ficou viúva. A mãe sempre foi “madame” filhinha de papai, sempre teve tudo, viajou por todo mundo. Era bem extrovertida, super agitada e bem independente da família, falavam que ela era a ovelha negra da família.
Então quando eu tinha 14 anos, anos minha mãe começou namorar um cara da cidade ao lado da nossa, era arquiteto, (Nelson ?) bem agitado como ela. Par ideal para brigarem muito, sempre discutindo, a mãe batia a porta e saia de casa, ele saia também eu ficava com a secretária (Carmem 38), que me cuidou desde pequeninha.
O Nelson com o tempo consegui meio que conquistar a Carmem, conquistar de se trancarem na dispensa da casa e até indo para o quarto dela nos fundos, e lá rolavam coisas, depois que conquistou ele, as coisas mudaram muito, a Carmem começou a agir de outra maneira comigo, eu sentia diferente quando ela me ajudava a vestir, ela me apalpava, maioria das vezes na minha bunda, dava uns apertozinhos nas minhas nadegas, brincava com isso e começou a querer me examinar, tocando meu corpo, meus seios que nem existiam, e minha bucetinha recem com uns fiapos de cabelos bem curtinhos, um dia ela disse que precisava raspar, depilar, e ela mesma com um aparelho de fazer a barba, depilou, nem tinha quase cabelo era, penugens como se dizia na época. A Carmem parecia mais solta sei lá, acho que pelo envolvimento com o Nelson, se sentia mais a vontade. Minha mãe nem aí, não parava em casa e as vezes ia para a casa da praia ficava lá uma duas semanas e o Nelson ficava de dono da casa.
A Carmem fazia questão de me ajudar a tomar banho, entrava no box, comigo, me ensaboava, me esfregava, comecei a sentir que me esfregava mais seguido nos dois lugares, entre minhas nádegas e na minha bucetinha.
Um dia eu estava no meu quarto vendo TV e fazendo tema do colégio, Carmem entrou no quarto, minha mãe estava na praia, .. olha o Nelson me falou que vem aqui falar com vc, quer ensinar umas coisas pra vc, eu vou cuidar, fico junto pra ajudar. Meio da tarde ela voltou no quarto, vem vamos tomar banho, vou de dar banho, nem esperou minha hora de tomar banho, me levou no box, me ajudou tirar todas roupa e foi me lavar, naquela vez senti bem direitinho ela entrando com dedos no meio das minhas nadegas e tocou massageando com sabonete meu cuzinhos, fazendo uns círculos com o dedo, massageando ele, nem dei bola ela já tinha feito isso muitas vezes. Quando depois ela estava me sacando eu de pé no quarto, Nelson entrou no quarto, estava só de sunga, cueca, nunca tinha visto ele assim, mas olhei, depois desviei o olhar. a Carmem me enrolou na toalha e me colocou sentada na cama, ele veio e sentou ao meu lado, falou pra Carmem, …, tira a toalha dela, fiquei totalmente nua, ele então com as duas mão separou minhas pernas, e levou o dedo na minha bucetinha, deu uns apertões perguntou se eu tinha sentido algo, sacudi a cabeça como um não. Ele pediu a Carmem,.. me alcança a pomada, ela abriu a gaveta e deu um pote com uma pomada. Ele fez eu me deitar na cama de bunda pra cima, abriu minhas nadegas e com o dedo passou pomada no meu cuzinho, também massageando como ela tinha feito no banho, só que com a pomada a ponta de um dos dedos acabou entrando um pouco, ele então, mais pomada e com a ponta do dedo fez como se fosse uma massagem, circulando e forçando um pouco meu cuzinho, ai deitou ao meu lado, falando que um dia eu ia namorar algum menino, depois ia casar e ia ter filhos, e que devia desde já, saber como as coisas funcionavam, entre os casais pq afinal eu já era uma mocinha. Chamou a Carmem pediu para ela sentar na cama, e falou, mostra pra ela agora como se faz, eu fiquei travada olhando, ela entrou com a mão dentro da sunga dele e puxou o pau pra fora, já meio excitado, claro que estavam combinados, só que eu jamais ia saber uma coisa como esta. Ele deitado de barriga pra cima do meu lado, eu nua, ela pegou o pau dele e começou masturbar, pauzão ficou super duro. Ele levou a mão entre minha nadegas outra vez, e falou, é aqui que ele deve entrar, quando não quer filho, só prazer e o dedo outra vez com a ponta forçou meu cuzinho. A Carmem continuou masturbando, que num momento ele se tremeu, gemeu e vi o pau cuspindo o gozo pra cima, foi nos cabelos da Carmem, voou por todos os lados, ele se levantou ajeitando a sunga, falou para a Carmem, ajuda ela entender, a gente fala mais depois, saiu do quarto. A Carmem me ajudou a vestir, ela estava diferente, … querida vou te mostrar, baixou a calça legging e a calcinha, sentou na cama e abriu as pernas, mostrando a bucetona dela, depois levantou se curvou apoiando na cama, e com uma mão abriu uma nádega, … viu tá vendo como é, quando vc crescer vai ficar assim também, foi isso que teu pai falou, entendeu, não respondi nada. Ela se arrumou , falou, … querida isso nunca vc deve falar pra sua mãe ou para qualquer outra pessoa, é assim que as coisas são, e foi assim que as coisas todas começaram. Nelson e a Carmem faziam um dupla, e ele era um pedófilo. Estas cenas se repetiram, sempre avançando mais um pouco, até que chegou o dia, que ele fez a Carmem, passar o creme na minha bunda, e fez me colocar ajoelhada de quatro no meio da cama, quando ela passava o creme em mim, forçava dedos entrar no meu cuzinho, estava entrando para colocar o creme dentro, Nelson de pé ao lado da cama , de pau duro, ele pediu com um sinal para passar creme nele, ela sabia o que fazer, começou massagear e passar o creme, …, Carmem, vai ali, sobe na cama e segura ela, a primeira vez precisa segurar falou, ela subiu fez eu baixar a cabeça no colo dela, e de bunda pra cima, ele pincelou diversas vezes meu cuzinho e forçou, eu sentia que ele estava me empurrando e Carmem me segurando pra não ir pra frente, então senti uma pontada de dor, gritei, ela imediatamente abraçou meu corpo por cima prensando a minha cabeça no colo dela, ele entrou no meu cuzinho, não sei quanto, mexeu um pouco e puxou pra fora, ela me segurando, encostou outra vez e empurrou, gritei outra vez, sei que empurrou bem, puxou outra vez pra fora,… Carmem, acalma ela, falou e saiu do quarto, a Carmem fez de tudo para me acalmar parar de chorar, me abraçava, me beijava no rosto, pedia calma, que ia passar. Esse tipo de coisa. Ele sempre voltou a fazer quando a mãe ia para a praia, foram muitas e muitas vezes, a Carmem nem precisava mais me segurar, ele com certeza conseguia entrar com todo o pau, algumas vezes gozou dentro de mim, depois a Carmem fazia eu sentar no vaso para sair o gozo dele, e me limpava, com 15, com 16 anos, e as coisas se repetindo, posso dizer que depois algumas vezes, eu comecei a gostar, me sentia poderosa, não sei explicar. Carmem sempre junto me acariciava também. O Nelson, comia a bunda da minha mãe, a bunda da Carmem e a minha, um louco tarado pedófilo, mas me acostumou, quando eu me dei conta que era uma coisa errada, que não devia fazer, já estava acostumada, a Carmem e ele me incentivavam para namorar, algum menino e dai dar pra ele, sempre com alegação de que não tinha perigo de engravidar.
Comecei a namorar, quando estava para fazer 17 anos, mesmo já tendo começado namorar o Nelson me pegava, foram algumas vezes, depois não deixei mais, mas substitui o Nelson pelo namoradinho da época, Claudio 18, que me comia quase todas semanas, nunca, nunca comentou e demostrou estar desconfiado de algo, era inexperiente também, se fosse mais experiente ia notar que tinha facilidade em entrar no meu cuzinho arrombado.
O namoro com o Claudio durou nem um ano. Acabou de boa e eu me sentia até melhor mais leve, mais livre. Tinha minha amigas, que também faziam muita coisa, era normal no nosso grupo, muitas festinhas, muita bagunça, não passava uma semana que eu não ficasse com alguém, e sempre atrás, permanecia virgem, era minha bandeira entre minhas amigas, pq nenhuma delas ainda permanecia virgem.
Eu brincava com elas, que me incentivavam a perder minha virgindade, tenho 18 anos, e sou virgem, respondia provocando……
…… segue no próximo ACOSTUMA 02 …. História real, repleta de loucuras.
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