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ACONTYECEU MUITO CEDO. (3/3) Final. Menino malvado

Publicado em maio 21, 2025 por Laura
4.8
(12)

ultimo relato, MENINO MALVADO.

Uma coisa deve ficar bem claro, quanto mais tentamos ser legal, uma pessoa normal, que quer atender os desejos e manifestação do corpo, mas de boa, cada vez mais aparecem pessoas para explorar e se aproveitar de algumas deficiências da gente.

Mas o que estava acontecendo comigo, meus tremores, eu nem imagina o que poderia ser, não acreditava em problema de saúde, alguém já havia me falado, que poderia ser um problema emocional. Então como acontecia sempre que eu era tocada  estimulada sexualmente fui na ginecologista.

Foi realmente uma consulta muito legal, nunca tinha ido, passou de uma hora a consulta ele me falou tudo que devia eu acho, me examinou, me perguntou se eu ainda era virgem se já tinha feito sexo, e me examinou para tirar minha duvida, então eu não era mais virgem, em um momento qualquer perdi a virgindade, depois que me examinou, a primeira pergunta, “vc faz sexo anal?”, tremi, fui tentar enrolar mas não consegui ela sabia que já fazia, “mas não te preocupa, pode continuar fazendo se vc gostar, não faz mal algum, só que sempre faz o parceiro usar camisinha e usar lubrificante, os géis solúveis em agua, são os melhores, lembra sempre lubrificar bem, e faz a vontade”. Queria saber como eu já tinha conhecido homens, já que não era mais virgem nem na frente nem atras, contei algumas coisas, notei que ela não aceitou algumas, ela só dizia “entendo, entendo, o que mais”, depois ele fez um resumo, sexo vaginal, anal, e se fizer boquete sempre de camisinha, nunca deixa de usar camisinha, só quando vc quiser ter filhos.

Dos meus tremores, me deu alguns exames pra fazer, já adiantou que achava que não ia encontrar nada nos exames, e que pela minha história toda, tudo que contei, só poderia ser um problema emocional, tipo um histeria, e que me aconselhava relaxar, não segurar meus desejos, liberar, ser honesta comigo mesma, como ela disse, se tem vontade de pular, pule, se tem vontade de falar, dizer coisas, diga, se tem vontade de gritar grite, não segura nada, seja autentica, isso se for uma espécie de histeria terá que se acostumar assim, quando tiver um parceiro fala pra ele como vc reage , aos carinhos e ao sexo, ele até vai gostar, garanto. Se liberte e atenda seus desejos sem medo sem restrições.

Dias depois voltei, a conclusão era a mesma, todos exames davam certeza que eu seria uma mulher “histérica de grau baixo”. Bem não havia outra maneira , senão assumir, estar consciente de como eu era, como seria minha reação, fazer o que minha ginecologista me aconselhou.

Primeira que soube das minhas amigas, foi a Maria Rita, que era a mais centrada da turma. Ela era super legal, e sempre acertava nas coisas que falava. Como a gente já havia feito algumas coisas juntas, tipo ficar com meninos, e só ficar mesmo, esfrega, apalpações, ele então confessou que me achava alterada da forma que me comportava, eu sempre querendo mais e mais.

Naquela época eu estava sem namorado, só ficava com um ou outro, de ficar mesmo, sem chegar aos finalmentes, eles ficavam loucos, mas sempre acalmava eles fazendo eles gozarem, isso era quase uma coisa rotineira, nos finais de semana, no clube, deixava os meninos muito excitados, deixava ele tocarem em todos lugares e depois masturbava eles, um ou outro até dava pra confiar, deixava eles esfregarem o pau, por tudo, cuzinho, bucetinha, claro que queriam entrar, mas dai masturbava, cuspiam longe. Tinha na verdade três dos meninos que eram confiáveis, o Sergio, o Augusto, e o Breno, o Breno tinha um ano mais que eu, era o mini da turma, um pau super pequeno, mas bem cabeçudo, era estranho se comparado com os outros. Ele era confiável, deixava ele esfregar por tudo, até uma paradas e uns empurrões sem entrar, era super legal, a cabeça do pau dele chegava a arroxar, parecia que ia explodir, ele era super querido.

Uma novidade que ele me convidou e também a Claudia, uma super amiga, para uma festinha, na casa de um dos amigos dele, época de verão, todo mundo na praia. Eu confiava totalmente no Breno, a Claudia estava na minha casa, ele passou lá e nos levou a esta casa, era um praia vizinha, uma enorme casa, que tinha sido alugada, por três amigos.  Claudia sabia bem do meu problema e o Breno também, eu mesma confessei pra ele. Chegamos fomos apresentadas a um dos três meninos, Carlos, um menino muito bonito, era surfista, bronzeado alto, muita gente, meninos e meninas, todos de idades semelhantes, juventude mesmo. Só que logo chamei atenção da Claudia, para o cheiro que se sentia, de fumaça de maconha, mas aquilo não era total novidade, tinha na nossa turma, quem fumava. Me chamou atenção a chegada de um menino , pequeno, novinho, bem adolescente, num carrão do pai dele com certeza e uma menininha, novinha, novinha, que logo entendi que era namoradinha dele, o o menino deixou ela na sala, ali próxima a nós, e subiu escada sumiu, fácil saber o que foi buscar, depois soubemos que era coisa mais pesada, o maldito pó.

Esse menino não voltava nunca, a namoradinha mostrava estar impaciente, quando o que nos recepcionou o Carlos, veio e falou com ela, alguma, coisa e ela subiu a escada com ele, foi atras do namoradinho. e nós duas ali, um pouco abandonadas, sofrendo os seguidos assédios de um ou outro que nos via ali. O Breno não parava com a gente, sumia e voltava.

Breno veio e nos perguntou, “vcs querem ver uma coisa legal”, concordamos, ele subiu a escada na nossa frente, nos levou até um dos quartos, lá dentro três caras nus da cintura para baixo, dois segurando aquela pequeninha que tinha vindo com o namorado, estava nua também, da cintura para baixo, a calça legging e a calcinha, no chão, o Carlos aquele que nos recepcionou subindo na cama, a menina tentando se livras dos que seguravam ela, não conseguia, e o Carlos, acertou ela, pela reação dele, parecia que nunca tinha feito, pq ele se debatia , mas logo que ele acertou, ele meio que ficou imóvel, sem reação, tanto que ele meteu nela, diverso minutos, e quando saiu, outro deles subia e ela permaneceu na mesma posição, e o safado do meu amigo, Breno, que estava abraçado em nós duas, a mão dele tocou meus seios, foi quando eu já estava me sentindo quente, comecei a ter o tal do tremor interno, a Claudia, me olhou, notou, “leva ela pra fora Breno”, ela pediu, saímos, ele ficou lá olhando, só que o Breno entrou na primeira porta, um outro quarto, já me abraçando, parecia louco, eu cada vez mais agitada, quando ele tocou com a mão na minha bucetinha então, perdi a razão, agarrei o pau dele por sobre a calça, apertando, em segundos estávamos totalmente nus, ele com aquela pauzinho cabeçudo dele, apontando para o teto, fui eu que empurrei ele para a cama, masturbando depois um boquete ele deitado eu subi pra cima aquele pau estranho, sentei em cima, não queria entrar mas acertei, e sentei com tudo, enterrei ele em mim, “não goza, não goza, não seja louco, controla, segura”, falei, eu cavalgando de boa, nem vi que entrou no quarto uma dos caras da festa, só senti a mão dele na minha bunda e logo no meu cuzinho, continuei cavalgando no Breno, quando então senti algo chegando por trás, o cara que tinha entrado, já estava em posição, e me acertou, eu queria, queria mais e mais, estava bem fora de mim, e eu sabia que estava fora de mim, não tinha perdido a razão, o cara atras levou um tempinho para conseguir, pq eu não ficava parada, quando parei, ele acerto, que coisa louca, foi quando comecei a me perder, aquela hora que a gente aceita qualquer coisa e querendo, quando o cara atras acertou e começou entrar, que senti aquela sensação, já gozei, depois gozei outra vez quando ele socava, até que ele gozou e saiu de trás, nem cheguei a ver direito quem era, o Breno ainda de pau duro, felizmente, voltei a cavalgar, até que ele disse que ia gozar, dai pulei de cima e masturbei ele, que deu uma cuspida pra cima, e depois ficou escorrendo.

Depois que ele gozou, deitei ao lado dele, e curiosa, levei os dedos no meu cuzinho, eu estava meio dolorido, caramba o cara gozou dentro de mim, pulei da cama e fui rápida para o banheiro que era no corredor, lá dei um jeito de botar tudo que tinha dentro pra fora, senti que escorreu um pouco, depois conferi, tinha alguma coisa saído. Me limpei legal, e vesti minha roupa, voltei no quarto o Breno já não estava lá, fui no outro, ninguém, desci a Claudia na sala, preocupada comigo, falei no ouvido dela dando umas dicas do que tinha acontecido, ele vibrou, “devia ter me chamado, ia aproveitar também….

Então o amigo malvado foi o Breno, que ase aproveitou da minha crise, o outro também foi malvado, só que nunca soube quem era.

A vida seguiu seu caminho natural, continuo até hoje com os mesmo “ataques”, mais e mais, sempre quero depois que começa..

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