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ACONTECEU MUITO CEDO. MAS….. CONTO REAL,(1/3) SEM FRECURA.

Publicado em maio 21, 2025 por Laura
4.1
(15)

Meu pai deixou minha casa eu era ainda novinha, ele sumiu. Minha mãe que já era pirada da cabeça, pirou muito mais, os sogros internaram ela em uma clínica e me levaram a morar com eles no casarão que moravam, enorme, eles tinham bastante dinheiro, a casa era enorme com empregada e um empregado, eram um casal que moravam em um apto, nos fundo do terreno.

Bem eu adorava meus avós, eles eram super queridos, me davam de tudo. As vezes vinha lá e ficava uns dias nas férias, um neto sobrinho deles, um garoto ( Eduardo) com quinze, magrelo, alto, e bem moreno, eram férias dele também, ficava o tempo todo, em casa circulando ou saia para uma turminha que ele tinha. Eles se reunião no clube, era uma turma legal, meninos e meninas, os meninos mais velhos eram dois com dezessete. Claro que os mais avançadinhos, tinha aos sábados a tarde reunião dançante da juventude, ia até 8 horas de noite, os guria que não tinham ainda uma namoradinha, puxavam a gente pra dançar e todos sem exceção, apertavam a gente, dava pra sentir aquilo deles.

As meninas normalmente que não tinham namorado, ficavam todas nas mesas bem no canto da salão onde se dançava, os meninos circulando, era só ficar olhando um pouco mais pra um deles que ele logo vinha puxar a gente pra dançar. Eu era uma das mais novinhas, no grupo naquela época, as meninas falavam coisas dos guris, e fui aprendendo. Uma delas que tinha ficado com o Nilton, que era super falado, confirmava na nossa turma de como ele era, grandão, as amigas vibravam, elas falavam no tamanho dos pintos dos meninos, pq as vezes alguns  com elas subiam para uma sala na parte de cima do clube, e masturbavam eles. Eu morria de curiosidade, queriam sempre saber mais, mas tinha vergonha de perguntar, e boba como era, comentei isso com o Eduardo, que estava lá em casa. Ele ja era bem sabido, mesmo com só um ano mais que eu.

Ele então, subiu no quarto dele, entrou no meu com uma revista, homens e mulheres, todos nus, alguns fazendo sexo, fiquei bem apavorada de como eram as coisas, sem acreditar que podia dar certo, mas eu errava em pensar no meu corpo de menina e dos adultos da revista, e depois quando ouvi no clube outra vez falarem do Nilton, logo imaginei como era. E depois de um tempo comecei notar que o Eduarda, me olhava e falava coisa diferentes comigo, sempre se referindo à sexo, no inicio eu ficava com vergonha, mas de tanto ele falar me acostumei com a conversa e também falava algo no nosso grupo no clube. Uma da amigas me perguntou do Eduardo, se eu já tinha ficado com ele e como ele era, eu nunca tinha tido nada com ele, mas menti para me vangloriar, menti que ele entrava no meu quero e a gente ficava, inventei como ele era, que tinha um pinto grande de assustar, que ele tinha me mostrada a primeira vez, que fiquei apavorada, mas que nunca tinha falado pra ninguém em casa.

Acontece que mentira tem pernas curtas, uma da amigas ficou com ela , dançaram, dançaram, e ela aceitou ir com ela na salinha lá em cima, e falou pra ele tudo que eu tinha falado, quando ela me contou dizendo que nem acho ele muito grande, eu fiquei apavorada, pensando que ele ia brigar comigo, ia falar alguma coisa em casa. Mas ele não falou nada, safadinho esperou um dia quando só estavam na casa os caseiros,, eu estava estudando no quarto ele entrou, tinha saído do quarto dele que era na frente do meu, só de cueca tipo sunga, “então tenho um pauzão é, e vc fica comigo, tá bem agora vamos ficar então”, e me fez deitar na cama, eu estava ainda de pijama curto, ele puxou minha calça do pijama pra baixo, já tinha tirado a sunga e estava com aquela coisa dura apontando pra cima, e comecei chorar, pedindo pra não fazer nada comigo, que ele ia me machucar, eu estava nua da cintura pra baixo, ele então, fez sinal pra mim parara de falar, botou um dedo na boca e veio com o dedo na minha ppk, esfregando, “só vou fazer assim, mas vc precisa ficar quieta”, ele me forçou abrir as penas, e ficou com tudo na frente dele, esfregava o dedo, seu sentia tudo, bem no meu e dai parou e forçou, quando ele sentiu que eu ia gritar, “não grita, não grita” e forçou o dedo, eu senti que entrou.

Ele esfregava entrava com a ponta e tirava, voltava a enfiar a ponta do dedo. Parou se levantou, ” vem levanta, vem”, me puxou, me levantou, “olha pega, pega aqui”, puxando minha mão para pegar o pau dele, quente e duro, sentia latejando, “te debruça , apoia as mãos na cama”, me virou, me colocando na posição, logo senti abrindo minha nádegas, “ainda vou comer esse cuzinho sabia, vou alargar ele”, eu sem falar nada, mas posso confessar, eu sentia algo legal, ele me tocando com o dedo. “Tá faz assim então”, outra vez fez eu pagar o pau dele e segurando minha mão por cima, fez eu masturbar ele, foram poucos movimentos, ele ficou ainda mais grosso e duro e cuspiu, incrível, voou longe e logo começo amolecer, ficou meio dependurado. Vestiu a sunga dele, foi rápido e saiu do quarto. Aquilo que ele fez me despertou para sentimentos que nem conhecia, quando as meninas amigas, falavam no clube dos meninos, eu sabia como era.

Mas o Eduardo era meu guardião, ele não deixava outros meninos se aproximarem, e para surpresa minha vi ele  que falava com o Sergio, uns dos meninos mais velhos, olhando pra mim e falando alguma coisa que os dois me olhava, logo imaginei que ele estava querendo se mostrar para o Sergio.

Naquela semana, final, ninguém em casa outra vez, ouvi conversa do Eduardo no quarto dele, e como curiosa abri a porta , o Sergio estava lá com ele, quando me viram, me convidaram para entrar, mas eu não aceitei, voltei para meu quarto. O Eduardo estava com aquela cueca sunga ridícula dele, o Sergio de bermuda, estava então querendo olhar meu tablet, e Eduardo entrou no quarto, lembro que ele parecia meio excitado, o volume da sunga tinha aumentado, sentou do meu lado, “vc podia me deixar né?”, “deixar o que?”, eu estava de bermuda, ele pegou na minha perna e com a outra mão, bateu na minha bunda, “só um pouquinha, sei que vc gostou do que fiz, acha que não notei”, já com a mãos separando minhas pernas e os dedos diretos na minha bucetinha, senti aquele choque inicial, e ele passou um braço sobre meus ombros meio que me abraçando e a mão, fazendo com os dedos uma massagem na minha bucetinha, eu comecei a tremer todo corpo, sem controle, ele então esfregava mais forte, e exatamente nesse momento o amigo Sergio dele entrou no quarto, ai me encolhi, deitando na cama, sem saber o que fazer, nem olhava pra eles, com a cabeça socada no travesseiro.

Um minuto depois o Eduardo me chamou, “olha , vem, vira, vira pra cá, olha”, me puxando fez eu sentar na cama, bem na minha frente o Sergio nu de cintura pra baixo, um pauzão apontando pra mim, muito perto do meu rosto, o Eduardo sentado ao meu lado, pegou minha mãe e colocou no pauzão do Sergio, fazendo movimento de masturbar, bem maior que o pau do Eduardo. O Eduardo se levantou e começou se masturbar alí na minha frente, o Sergio se ajoelhou, me empurrou pra deitar e puxou minha bermuda, me deixou numa da cintura pra baixo, e direto com dedo molhado na saliva dele, foi na minha bucetinha, eu deitava via o movimento dele se masturbado com uma mão e a outra com dedos massageando minha bucetinha, e logo um dedo começou entrar, entrou mesmo, achei que entrou com  todo ele, mexia lá dentro de mim, logo parou se levantou e masturbando o pauzão dele, fazia rápido, e forte, parecia que ia quebrar ele ou arrancar fora, eu vendo tudo, deu um cuspida pra cima, e depois diversas outra, espalhou gozo por todo quarto, Eduardo ainda se masturbava, mas logo meio que ficou na ponta dos pés se espichando e também gozou pra cima, o Sergio veio até mim sentou do meu lado, abriu a mão estava cheia do gozo dele, fez eu pegar e cheirar, não tinha cheiro algum. ” A outra vez vou comer teu cuzinho , pode esperar “, mesma ameaça que o Eduardo tinha me feito.

Saíram do quarto, nem vi os dois saírem de casa.

Eu não tinha com quem falar, estava bem confusa, tinha coisa que eu gostei que fizeram, mas muito medo, me deixava confusa….

segue ultimo ( 2/2) capítulo…… aconteceu

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