A VISITANTE MAL INTENCIONADA
PARTE 1: “Fode-me, hoje sou sua!”
Já é a terceira visita em duas semanas e, a exemplo das duas anteriores, o dia estava maravilhoso: com uma leve chuva preguiçosa caindo sem pressa, em contrapartida, um temporal era previsto para logo mais.
As duas visitas antecedentes, nos deixaram tão íntimos que a segunda, foi combinado nos mínimos detalhes; a foda que tivemos seguiu todo o script acertado nas conversas dos dias que antecederam sua vinda; era como um conto que saiu do papel e se corporificou nos atos das nossas ações: a lembrança de você derramando mel no meu pau e logo depois engolindo delicadamente ele, deixando-o totalmente limpo de qualquer vestígio doce, e que me fez derramar leite em sua boca, com suas chupadas e com a magia que fazia naquele excitante boquete, ainda passeavam nitidamente pela minha mente me causando fortes ereções.
Essa repentina lembrança me fazia imaginar (enquanto lhe aguardava para esse terceiro encontro), que tipo de surpresas dessa vez ela faria…?
««« … »»»
O relógio já marcava os últimos dez minutos até a hora combinada e, sem precisar mais espera-la à porta como antes, pois você tinha uma cópia das chaves, sentei-me no sofá sem a apreensão de outrora, mas mantive o cuidado para respeitar o acordo solicitado por você na última conversa: estar trajando um único acessório exigido para aquela ocasião: APENAS VESTINDO CUECA, “e nada mais”! como foi sentenciado.
Obedeci ao comando e, naquele momento apenas esperava você atravessar a porta e me tratar como seu objeto sexual.
Estava despretensiosamente largado no sofá, rememorando alguns lances da surra de buceta que você aplicou em mim, no primeiro encontro. Passava na minha mente a parte em que eu afastei sua calcinha já toda molhada para o lado e alternava entre beijos, lambidas e chupadas na sua buceta banhada naquele néctar gostoso. Lembrar como minha língua ia fundo na sua xoxota, fez meu pau endurecer ao extremo, latejando furiosamente sob a cueca que já se encontrava parcialmente molhada de tanta baba.
Fechei profundamente os olhos, com o intuito de lembrar de todos os detalhes daquela louca trepada:
* Depois de ouvir seus gemidos em tons altos e receber seu gozo na minha boca, sentindo o pulsar da sua buceta que derramava fluídos sem parar, fazendo-me quase afogar no êxtase do seu orgasmo;
* Depois de não mais me segurar de tanto tesão que estava, com o cacete pulsando com desejos ardentes para penetrar você, derramando fluídos descontroladamente;
* Depois de segurá-la fortemente, trazendo sua buceta diretamente para o meu pau, num encaixe perfeito, aproveitando que você cruzou as pernas na minha cintura, então, deitei-a com delicadeza ao mesmo tempo que imprimia meu corpo contra o seu, com o objetivo de empurrar meu cacete para dentro de você e sentir as bordas molhadas da xoxota comprimida na base do meu pênis;
* Depois de finalmente sua buceta engoli ele totalmente e, encarando-me, você diz:
— Fode-me, hoje sou sua!
* Então, nesse momento, começo a socar na sua buceta, alternando entre leves e fortes estocadas, lentas e rápidas… mergulho na sua boca que parecia cheia de água e beijo-a loucamente, ao mesmo tempo que maltratava sua xana, aproveitando o intenso tesão que ela causava em mim, provocada pelas fortes contrações dos lábios e dos fluídos que já derramavam em quantidades, apimentado pelos beijos abrasadores que você correspondia.
* Com esse seu nível de excitação e levando em consideração que sua xoxota estava exageradamente banhada, como se uma cascata tivesse descendo da vagina, passando pela parte de trás da buceta e, ao ponto de estar pingando no sofá, criando um lago, que desperdiçava aquele elixir preciso, além de estar provocando aquele som habitual de foda intensa, provocado pelas batidas dos meus testículos no seu períneo, todas às vezes que as estocadas entrava com ferocidade em você, tais excitamentos me fez novamente carrega-la, sem tirar o pau de dentro.
* Depois de levantar-me e, enquanto a beijava, caminhava com você grudada em mim, sentindo ainda as lágrimas choradas pela sua buceta molhando minha barriga e escorrendo por toda a região pélvica;
* Depois de finalmente me sentar, com você no colo, sedenta e ansiosa para aplicar suas poderosas macetadas que você tanto gosta de dar… (pois eram esses sussurros que me dizia baixinho nos ouvidos, enquanto alternava chupadas entre minha boca e orelha e me beijava ardentemente) …
Nesse momento, me perco em pensamentos profundos, num estado de transe e sinto meu pau querendo sair da cueca, quando visualizo o ápice daquela foda vivenciada na segunda visita:
* Eu, sentado, com o pau duro feito um ferro em brasa, que babava sem parar. Você de cócoras no sofá apenas esperando eu colocar a cabeça do meu cacete em contato com seus lábios carnudos. Ao senti-lo na entrada da sua buceta, um arrepio percorre seu corpo todo e sua xoxota chora fortemente, jorrando líquido no meu pau, que desce lubrificando-o totalmente, mais do que já estava.
“Era isso que me deixava com muito tesão: sentir sua buceta babando em cima de mim e não sendo desperdiçado no sofá”. — Pensei por reflexo.
Pronto, estava na posição perfeita!
* O pau latejou diante da entrada da sua buceta, balançando a cabeça para lá e para cá, pulsando com a irrigação do sangue que invadia violentamente as veias do meu membro, causando-lhe mais arrepios que a fez entrar em ação.
— Você está preparada? — Pergunto, ainda mais ansioso para continuar comendo sua buceta.
— Sim, estou preparada para ser fodida pelo seu cacete! — disse você, enquanto chupava histericamente minha boca.
Então, você fez o seu trabalho!
Começou a descer suavemente o quadril impulsionado pelo peso suado do seu bumbum, trazendo consigo para baixo a buceta que seguiu engolindo cada centímetro do meu cacete. Ao segurar a calcinha para puxá-la ainda mais, para que sua buceta engolisse meu pau sem interrupções, sem obstáculos, sinto ela encharcada e me pergunto se é o caldo da sua buceta ou o suor que escorria dos nossos corpos.
Preferir ficar na dúvida e apenas sentir o excitante deslizar da sua carne sobre meu membro, descendo cada vez mais, indo ao encontro da base e colocando ele totalmente para dentro de você.
Ainda com os olhos fechados, foi inevitável não tirar o pau para fora da cueca e segurá-lo com força, para conter as fortes contrações ritmizadas pelo descontrolável latejamento. Ao fazer isso, minha mão se banha na enorme quantidade de líquido que meu cacete havia produzido e espalhando por toda a minha pelve. Contudo, esse é apenas um mero detalhe, pois não queria perder o fio daquele pensamento vívido em minha memória:
Meus neurônios fizeram a conexão necessária para produzirem as imagens em meus pensamentos. E essas tais lembranças foram assim:
* Quando a acoplagem foi realizada com sucesso, segurei nas suas nádegas moderadamente quentes, enquanto você se ajeitava firmemente com os pés no sofá, apoiando-se com mais firmeza e alinhando seu quadril e corpo para iniciar aquelas incríveis marteladas que só você sabia dar.
Na subida do seu corpo, levando consigo sua buceta e fazendo seus lábios carnudos percorrerem toda a extensão do cacete, saindo da base e indo até a cabeça, causava uma sensação indescritível nos meus sentidos, fazendo-me arrepiar da cabeças aos pés. O som produzido era parecido como se fosse um cano sendo sugado por algo bem pegajoso, como se tivesse desentupindo algo excessivamente melecado. Entretanto, na descida, sua buceta vinha esfolando todo o meu pênis, fazendo as veias saltarem como se fossem o braço de um lenhador.
Nesse momento, minhas energias se concentraram nas mãos e, então, apertava com força seu bumbum, ao mesmo tempo que distribuía tapinhas nas nádegas, como forma de extravasar o tesão que aquelas socadas me causavam.
Quando você intensificou o ritmo, martelando rápido e com força, não consegui me conter: após reposicionar novamente sua calcinha que deslizava para a borda da sua buceta, escorregando o tempo todo por conta da mistura do suor com o óleo cheiroso que cobria praticamente todo seu corpo, principalmente seu delicioso bumbum, distribui meia dúzia de palmadas nele, antes de arrancar como um animal faminto, seus peitões para fora da lingerie, isto porque a sede de chupá-los, de engoli-los era tamanha que no mesmo instante que os pus para fora, imediatamente os coloquei na boca.
Enquanto me deleitava alternando entre engolir seus peitos, chupando e lambendo-os, bem como percorrendo seu corpo com as mãos, toda a extensão que conseguia alcançar, você seguia a diante com sua fortes socados, sempre subindo e descendo gostoso, arrancando gemidos de nós dois.
Enquanto a buceta trabalhava lá em baixo, com a boca, você chupava e lambia meus beiços, pescoço, dando leves mordidas nas orelhas. Sentia a língua invadindo o interior delas, mesclando gemidos e sussurros; um murmúrio que mais parecia um choro de prazer, um tesão que se derretia todas às vezes que seu corpo subia e descia, esfolando o pau, deixando irrigado de sangue e ao ponto de quase derramar leite na sua buceta.
Meu íntimo pensou: “mais algumas estocadas dessas, vou acabar chorando leite na buceta dela, mesmo antes de fazê-la gozar!”
De repente, perdido entre gemidos, um aviso corporal, seguido de um cochicho que se desfazia no cansaço do seu corpo, preste a falecer diante da explosão de um orgasmo:
— VOU GOZAR!!! — sussurrou suavemente as palavras, enquanto a aceleração cardíaca se intensificava junto com a respiração profunda.
Automaticamente, começo sentir as contrações da xoxota apertando meu pau…
“Quero gozar também junto com você”, pensei à medida que seguro firmemente seu bumbum, deixando-o imóvel e numa altura confortável para que pudesse ativar o modo rápido e brutal, empregando fortes socadas que me levaram a dividir com você um orgasmo sincronizado.
Gozamos juntos e ficamos molhados em nossos fluídos, misturados com o suor do corpo que escorria em nossa pele.
Nesse interim, minha mente havia tomado conta dos meus reflexos corporais, me deixando catatônico, sem a percepção do que ocorria ao meu redor. Por esse motivo, não me dei conta da sua chegada, do momento em que destrancou a porta, entrou e a trancou novamente. Estava preso naquelas lembranças e com dificuldades para retornar à realidade. SUA BUCETA DOS PENSAMENTOS, NÃO ME DEIXAVA RETORNAR!
Mesmo nesse transe descomunal, sentir sua presença, seu cheiro, sua energia. Sentir você se agachando diante de mim, sentir as gotas da chuva que despencavam de você e desabavam em mim, prostrado no sofá à sua frente. Sentir você soltando minha mão que ainda segurando meu cacete, ainda cuspindo fluídos aos montes. Sentir várias latejadas e também sentir suas mãos envolverem meu pau, como se agarrasse um troféu. E, finalmente, sentir sua língua tocar a cabeça embabada de fluídos que persistiam escorrer pelo corpo do pênis abaixo, em seguida, seus lábios se fechando em volta da glande e da sua boca tomando conta do meu membro, chupando o néctar, gota-a-gota, lambendo a cabeça e engolindo-o deliciosamente, até que tudo coubesse boca adentro.
A bruxaria que realizava, me fez retornar à realidade, entorpecido pelo prazer que você me proporcionava. Sua boca ia de chupadas a lambidas, sugando todo o líquido que ele não deixava de produzir.
Ao olhar para você ali, agachada diante do meu pau e engolindo-o todinho, o tesão se restaurou fazendo as poderosas veias se sobressaltarem, causando mais latejamento, isso a motivou ainda mais para “brincar” com a língua, a boca, deixando o boquete muito mais alucinante. Instantaneamente, segurei-a pelos cabelos e acompanhava seu movimento de ir e vir com a cabeça, imitando uma foda, como se você tivesse orientando meu pau de como entrar e sair de uma buceta.
Aquilo parecia um breve ensaio para o que viria ser posto em prática nas ações daquela visita.
CONTINUA!
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