Eu tinha minha namoradinha, quando fui fazer curso de línguas fora do pais. A gente se comunicava seguido, ela chorava de saudade, eu estava super, super apaixonado.
Ela falava da saudade dos meus beijos, dos meus abraço, queria ser minha para sempre. Ao mesmo tempo, eu também falava com um primo meu (Guto), que também frequentava os mesmos lugares que ela ia. Um dia falando com meu primo, ele brincou, “a Carolina, esta cada dia mais linda, vejo ele no clube seguido, primo volta logo”, achei uma provocação que tinha alguma coisa pra me falar, insisti, insisti, mas nada ele me falou.
Meu namoro com a Carolina , já estava em mais de ano, mas a gente só ficava no rala rala, apalpações, ela me masturbava, e no máximo no máximo, ela deixava eu esfregar o pau na bunda dela, entre as nádegas, quando eu tentava parar de esfregar para acertar o cuzinho dela, ela caiu fora, sorrindo. Bucetinha dela nem pensar, no máximo um carinho por cima da calcinha com os dedos, e sentia a calcinha dela molhada.
Então voltei, quase sete meses depois, ela me esperava no aeroporto com um tio dela que nos deu carona. Que sensação maravilhosa, que saudade tinha. Primeiro sábado a tarde, fui na casa dela, verão forte, estava na piscina com a amigona dela a Cleusa, linda também e novinha também, os oito meses que não via ela, tinha melhorado de corpo e a Carolina também. As duas subiram para o quarto da Carolina, voltaram vestidas prontas pra sair, o melhor lugar pra ir naquele momento era nosso clube, onde todos sábados a tarde tinha reunião dançante da juventude. Tinham diversos amigos e amigas da nossa turma, já dançando com a namoradinha. A Cleusa saiu nos deixou sozinhos na mesa, e em minutos meu primo querido o Guto, chegou sentou com a gente , conversando, notei que a Carolina ficou diferente com a presença dele, ele bem falante, começou fofocar dos amigos a amigas que tinhamos em comum, do que fizeram naquele período da minha ausência, foi quando num momento Carolina levantou, “vem querido vamos dançar”, me tirando da mesa ele ficou ali, sozinho depois ví que a Cleusa estava lá conversando com ele, e me pareceu que discutiam, mas não dei bola, estava mais interessado em apertar a Carolina, fazia tempo que tinha apertado a ultima vez. Depois voltamos a mesa, a Cleusa estava só, o primo tinha ido embora. Assim que sentamos a Cleusa convidou a Carolina para ir ao banheiro. e Nem um minuto depois o Guto, chegou na mesa, sem sentar, “primo depois quero falar um assunto, tá?” e saiu. Tudo muito estranho, comecei achar que tinha algo errado. As horas passaram ficou noite, fomos embora a Cleusa sempre junto com nós, entrou na casa da Carlina junto também, aquilo pra mim foi uma novidade, mas ela entrou e foi para a cozinha, conversar com a mãe da Carolina, fiquei na sala com minha namoradinha. Mais tarde a Cleusa, se despediu e foi embora. Tomamos um café reforçado e ficamos mais um bom tempo, no sofá vendo TV. A mãe da Carolina subiu foi para o quarto dela. Normal, abraços, apertados, mão aqui, mão ali, nos seios, a mão subindo nas pernas em direção a calcinha, como sempre fazia, mas foi só tocar na calcinha, ela segurou minha mão e puxou, sorrindo, tirou a mão das pernas dela. Estranho também, antes deixava esfregar na bucetinha por cima da calcinha. Mas não levei a mal. tempo passou, chegou a hora de ir embora, sempre sempre na saída a noite, atrás da porta da rua , no pequeno corredor que tinha a gente ainda parava e se amassava, eu prensava ela contra a parede, esfregando o pau super duro nela, e foi assim que aconteceu, acariciei os seis dela sobre a roupa, senti que a respiração dela acelerou, tudo normal como antes. Depois indo para casa, lembrando que ela segurou minha mão, me dei conta, que ela então poderia estar menstruada por isso segurou minha mão. Bem, fui dormir.
Domingo, meio da manhã fui acordado pelo Guto, barulhento, “acorda vagabundo”, falando alto. Sentou na minha cama, cara preciso te falar uma coisa.
É da Carolina e da querida amiga dele a Cleusa, cara lamento te dizer, eu sem querer dei um flagra nas duas, na noite do baile de carnaval, sabe lá em cima, tem aquela porta que da para aquela área lá em cima, nunca ninguém né, eu tinha ido fumar lá em cima e fui no banheiro que tem lá, o banheiro tem três pequenas janelas que dão para aquela área lá fora, ouvi murmúrios, pessoas falando coisa que eu não entendia, murmúrios mesmo, como se fosse uma espécie de gemidos disfarçados, não me sofri, me ergui e espiei, direto vi a Cleusa, se agitando um cara num vai e vem bem demorado nela, que estava encostada no muro, e agora amigo, fica frio, poucos metros dela a Carolina de frente para a parede, de costas para um cara atras dela, naqueles movimentos conhecidos, tenho absoluta certeza que estavam transando, mesmo que não conseguisse ver os detalhes, olhei duas vezes por minutos pra ter certeza. Fique o ali em silencio, ia olhar outra vez, quando ouvi passos, eram os dois caras, saindo deixaram as duas ali, saíram na frente. Cara me desculpe, mas calculei o tempo de saída delas, a no momento que saiam, abri a porta do banheiro, sai juntos quase com elas, o susto das duas foi muito forte, não deixei por menos, “oi, tudo bem?”, só a Cleusa resmungou um sim, e de cabeças baixas, saíram rápidas de minha frente, quando desci não vi mais elas, até agora acho que saíram do clube. “desculpa, amigo, mas precisava te contar, vc deve ter notado quando encontrei com vcs lá no clube ontem que ela nem me olhou nos olhos ?, pois é”.
Perdi a noção do tempo do espaço, nem sabia bem onde estava confesso que fiquei meio tonto, imaginando a cena que ele viu. “Cara não vou sair, almoça aqui com a gente”, ele não aceitou meu convite, estava aborrecido por ter me contado.
Nem almocei direito, tinha antes o plano de ir lá na casa da Carolina, era assim nos domingos. Liguei depois mais tarde dei uma desculpa esfarrapada, não fui, “a gente se fala durante a semana”, combinamos. Fiquei em casa no quarto o tempo todo, tinha duas chamadas da Carolina no meu telefone, que respondi, em mensagem que eu estava bem. A noite foi complicada para dormir eu estava muito agitado, mas finalmente tomei uma decisão. Vou sacanear ela e depois pé na bunda, acaba com o namoro. Mentalmente planejei tudo, estava decidido. No meio da semana pedi ao Guto ir lá em casa, e no quarto contei que queria acabar com ela, eu estava realmente bem fora de mim, com muita raiva, magoado, eu gostava muito dela. O Guto achou muito pesado, me aconselhando só a dar um pé na bunda dela, mas eu não mudei de ideia, vou acabar com ela, dê o que dê, “Guto e vc vai me ajudar, vai participar, quero olhar nos olhos dela, me vingar, parta não achar que sou um idiota”.
Sábado vou na casa dela, levo ela para o clube para a reunião dançante, quando a gente sair a noite, vc nos espera lá fora no carro, e oferece carona, eu vou aceitar mesmo que ela não queira, e vamos lá no sítio do vô, sabe onde é né?, ela vai se foder, essa FDP., A reação do Guto, “cara vc esta louco, deixa assim, termina e pronto”. Não mudei de opinião.
O sábado chegou rápido na sexta liguei para o Guto, amanha, c fica de plantão no carro esperando nós chegar perto, lembra oferece carona. A tarde no clube tudo normal, entendi que eu estava disfarçando bem, dançamos, apertei ela, ela deixou com sempre fazia, a Cleusa apareceu, eu fiquei torcendo para ela ir embora antes, tive sorte, ela nos deixou no inicio da noite. Saimos já super escuro, noite, e a metros e Guto nos viu e saiu do carro, nos encontrando surpreso, “a vcs aqui, vão pra casa, dou carona”, fiz uma encenação de que queria ir a pé, ele insistiu, então aceitei. Entrei atras com a Carolina, deixei o Guto de motorista, tratei ele como moço do taxi. Quando ele dobrou na segunda quadra a Carolina já perguntou, “por que dobrou aqui”, “pergunta para teu namorado ele sabe, é uma surpresa”, “não mesmo sem supressa vc esta com cara de quem vai aprontar, me leva pra casa”. Abracei ela apertei contra mi, falei no ouvido, “não querida, fica fria, vc vai gostar”, cerda de uns 5 minutos, saimos do asfalto para estrada de terra, e logo chegamos no sítio, Carolina conhecia o sítio, já tinha estado lá, mais de uma vez.
“Vem comigo, puxei ela pelo braço delicadamente, com a chave que tinha levado entramos, o Guto nervoso me olhava ainda não sabia bem o que passava na minha cabeça. “Senta aqui querida, quero te falar uma coisa”, e falei tudo que o Guto tinha me contado, ela não negou começou chorar, “vc deu o cu para o cara, nunca me deixou eu tocar em vc, agora, bem agora, vamos resolver isso”. Neste mesmo momento, barulho de um cara chegando, Pedi ao Guto, cara abre , deve ser o Rogério do taxi, é a cereja do bolo.
Rogério entrou, moreno já de certa idade, meu conhecido de muito tempo, eu sabia como ele era, e contratei, dei uma grana pra ele.
“Podem tirar as roupas, Guto não precisa, se quiser tirar também. Carolina, vc pode tirar a roupa, quanto mais vc facilitar, mais cedo terminamos, ela chorava, começou tirar a roupa, “tira tira tudo, tira a calcinha”. Quando o Rogério tirou a cueca foi aquela silencio, Carolina ate parou de chorar por um segundo. O Guto me olhou com a cara de quem estava me chamando louco. Carolina me olhou chorando, “meu amor não faz isso comigo”, “não tem papo, te ajeita ali o Guto fica contigo. Notei que o Rogério jogou uma bisnaga de gel no chão, passando gel com os dedos no cuzinho da Carolina, que queria sair da posição mas o Guto segurou ela pelos braços.
O Rogério foi com o pau na bucetinha dela, gritei a tempo, “não cara, é o cuzinho, vai mete no cu dela”!, Foi uma cena incrível, o que mais me chamou atenção foi que ele começou empurrar, não trancou foi deslizando deslizando direto, ela começo se contorcer, o Rogerio só parou quando estava tudo dentro dela, a Carolina, soluçava, mas imóvel sem se mexer, ele começou puxar o pauzão pra fora, caramba não terminava nunca, e antes da cabeça sair empurrou tudo outra vez, o Rogerio na maior calma do mundo, “cara quer que eu goze nela”, concordei com a cabeça, ele me olhou “vou rasgar o cu dela gozando”, e em segundos ela começou reclamar muito da dor, voltando a chorar alto meio que gritando, ele então socou tudo, puxando ela pela cintura, , chegou a levantar o corpo dela, o Guto puxou ela e volta pelos braços, o Rogerio gozando dentro dela, tirou o pauzão pra fora, ainda escorrendo o gozo dele, e junto escorria do cuzinho o gozo e fezes da Carolina. Silencio total, Carolina se deitou no sofá, encolhida soluçando, Rogerio me pediu indicar o banheiro e se foi. O Guto colocou as roupas da Carolina em cima dela e foi para a cozinha, levantei sentei ao lado dela, vi que escorreu um pouco de sangue junto com a sujeira dela, levantei foi no banheiro, o Rogério lavava aquela coisa enorme dele, peguei uma toalha molhei e levei para a Carolina se limpar.
Logo Rogério parou ao nosso lado olhou a Carolina, fez uma cara de safado e foi embora, O Guto veio da cozinha, levantei e fui para o banheiro, lavar a toalha, o Guto quando voltei estava ajudando a Carolina se vestir.
Ninguém falava nada ,confesso que no fundo eu estava contrariado, realmente foi demais, exagerei na dose. Deixamos a Carolina na porta da casa dela, Guto parou na frente da minha casa, “Caramba cara, foi demais né, viu que ela sangrou né, deve ter estourado. Amanha falo com a Cleusa, convenço ela a levar a Carolina na ginecologista delas.”Ahh, fica um tempo sem falar comigo, por favor”, ele pediu. Eu não consegui dormir a noite toda só lembrando o cuzinho dela horrível, quando ajudei a limpar, arrombado mesmo. Lamentavelmente
Depois disso, só falei com a Carolina uma vez por telefone, depois sempre tinha noticias dela através do Guto….acabou..
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