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A Tia Jéssica

Publicado em julho 31, 2022 por J. R. King

Jéssica era apenas 10 anos mais velha do que eu. Por conta disso, nunca a vi como minha tia, mas sim como uma prima mais velha. Nós crescemos bem próximos um do outro, o que fez com que tivéssemos uma ligação bastante especial. Ela era divertida, bem mais do que qualquer outro membro da família e sempre passávamos bastante tempo juntos, nas reuniões de famílias e outras festinhas. Ela também possuía um pensamento bastante liberal e libertino, foi com minha tia que tomei o meu primeiro porre e fumei o meu primeiro baseado. Mas o que me fazia me aproximar mesmo da tia Jéssica era sua beleza. Ela era uma morena de 1,75, 7 centímetros mais alta que eu, o que dava a ela um ar de dominância bastante sexy. Seus cabelos eram pretos, escuros como a própria noite e ela tinha um olhar como de uma leoa. Seus lábios, grossos e curvilíneos, me encantavam e me faziam imaginar coisas bastante sujas. E o seu corpo. Ah, o seu corpo. Era perfeito, como o de uma deusa grega, seus seios eram grandes e firmes, cintura fina e pernas longas e grossas.

Durante toda a minha adolescência, ela foi a minha maior musa, meu maior desejo. Muitas de minhas punhetas foi pensando nela. Não me sentia sujo nem culpado de imaginar coisas tão deploráveis com a minha própria tia. Porém, nunca imaginava que algo assim aconteceria fora da minha imaginação.

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Tudo ocorreu em um único final de semana. Meus pais decidiram que iriam fazer uma viagem para Petrópolis, para comemorar o seu aniversário de casamento. Na semana anterior, Jéssica foi almoçar lá em casa. Ao saber que eu ficaria sozinho o final de semana inteiro, sugeriu que eu passasse na casa dela. Meus pais disseram que ela não devia se importar de eu ficar sozinho, pois eu já era bem crescidinho para ficar sozinho em casa, porém, ela insistiu que eu fosse para lá. Disse que seria divertido passar um tempo com seu sobrinho favorito. Eu, que estava sentado junto a mesa, não pude notar qualquer segunda intenção em seu convite, até hoje não sei se havia alguma segunda intenção de fato, gosto de pensar que foi apenas um convite inocente. No final das contas, acabei aceitando, pois apesar de tudo eu sabia que realmente seria mais divertido passar o final de semana na minha tia do que sozinho em casa.

Eu cheguei na casa de Jéssica após o colégio, por volta das seis da tarde. Ela disse que estava bastante animada, que queria pedir umas pizzas e fazer uma maratona de filmes comigo. Jéssica era bastante cinéfila, sempre me apresentava excelentes filmes, e às vezes filmes bastante estranhos. Logo depois que cheguei ela foi tomar banho, fiquei apenas sentado no sofá, assistindo a qualquer coisa na TV. Mas depois de cerca de uns vinte minutos, ouvi um grito que vinha direto do banheiro:

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– Juba! – Era assim que Jéssica sempre me chamava, em referência a minha vasta cabeleira jovial.

Corri até a porta do banheiro e parei em frente a ela.

– O que foi, tia? – Perguntei do outro lado.

– Entra aqui, por favor – Sua voz parecia uma mistura de preocupação e um pouco de dor.

Me senti um pouco nervoso, mas entrei mesmo assim. Quando abri a porta, vi Jéssica completamente nua deitada na banheira. Seu braço esquerdo cobria os seus seios, mas mesmo assim, foi o momento mais íntimo que eu tive com ela até então, o que me deixou bastante nervoso. Era capaz de sentir o sangue em volta do meu rosto fervilhar ao olhar ela daquele jeito. Porém, o seu pé esquerdo estava virado de um jeito estranho e seu tornozelo parecia bastante inchado.

– O que houve? – Perguntei, tentando não parecer intimidado ao vê-la nua.

– Eu caí, me ajuda a levantar, Juba.

Eu me aproximei dela e ela estendeu os seus braços para que eu pudesse suspendê-la. Nessa hora, seus seios finalmente se soltaram, fazendo um movimento natural que foi impossível de não olhar. Tentei desviar o olhar para não fazer tudo parecer mais estranho. Enquanto isso, suspendi ela pelos braços e ajudei a levantar. Ela saiu da banheira, apenas apoiando o pé direito no chão.

– Isso tá bem feio, é melhor a gente ir para o hospital. – Disse Jéssica. – Vem, me ajuda a ir até o sofá.

Coloquei o seu braço sobre os meus ombros e a ajudei a ir saltitando até o sofá. Seus fartos seios saltavam a cada saltitada. Por dentro, eu estava preocupado com a situação, mas parte de mim estava de certa forma feliz por poder apreciar tudo aquilo. Ela se sentou no sofá, completamente nua. Ela cruzou as pernas para que eu não pudesse ver lá embaixo, ainda que pude notar de relance um pouco de seus pelos. Novamente ela cobriu os seios com os braços. Porém, apesar de tudo, ela não fez nenhum comentário a respeito naquele momento.

– Pega as minhas roupas no chão do banheiro, eu vou chamar um Uber pra levar a gente.

Peguei suas roupas e ajudei ela a se vestir. Depois, assim que o Uber chegou, fomos direto ao hospital. No fim das contas, ela tinha apenas torcido o tornozelo com a queda. Depois de três horas no hospital, saímos com alguns analgésicos receitados e Jéssica vestindo uma bota imobilizadora. Voltamos para casa já por volta de dez da noite. Jéssica se sentou novamente no sofá. Com a bota, ela já era capaz de se movimentar sozinha.

– Você quer que eu ligue para a farmácia para comprar os remédios? – Perguntei, segurando a receita nas minhas mãos.

– Esquece a receita, eu tenho algo muito melhor para aliviar a dor. – Disse Jéssica, esboçando um sorriso. Passado o susto, seu bom humor já voltara quase instantaneamente. – Pega uma cerveja pra mim na geladeira, Juba, por favor. Pode pegar uma pra você também.

Dei uma risada de leve e disse que tudo bem. Quando voltei da cozinha, com duas latas de cerveja na mão, Jéssica se esticava para pegar algo na gaveta da mesa de centro. Coloquei as duas cervejas na mesa de centro e a ajudei. Ela pegou umas folhas de seda, filtro e um saco com erva.

– Então é esse o seu analgésico mais potente, não é? – Disse, de forma jocosa a Jéssica.

– Natural e poderoso. Cura e acalma, como diria o Rappa. Vem, senta aqui, vamos ver um filme juntos. – Disse Jéssica.

Me sentei ao seu lado e ela colocou um filme na TV para assistirmos. Enquanto isso, ela começou a enrolar um baseado. Ela possuía um jeito bem delicado e detalhista de fazer isso, sempre achei que ela era muito boa nisso, seus becks possuíam uma confecção perfeita. Assim que ela terminou, acendeu e deu uma puxada forte. Quando ela soltou a fumaça, seu corpo se relaxou se reclinando no sofá. Era como se instantaneamente ela não sentisse mais nenhuma dor, nenhum incômodo. Ela passou o beck para mim enquanto pegava a sua cerveja.

Finalmente relaxamos e começamos a passar um tempo juntos no final de semana. À medida que a cerveja e a erva entravam em nossos corpos, começávamos a ficar mais soltos. Não era a primeira vez que a gente tinha momentos assim, era algo que a gente fazia com frequência. Assistir filme, fumar e beber juntos era algo rotineiro em nossas vidas, mas naquela noite, parecia que algo diferente estava para acontecer.

– Como está o seu pé? – Perguntei enquanto dava outra tragada no baseado.

– Sabe, parece que eu nem sinto mais ele. Ele parece meio dormente, está com um formigamento bem gostoso. – Ela respondeu.

– Gostoso? Como assim gostoso?

– Ah, gostoso… Pra falar a verdade, tá tão gostoso que tá me deixando com tesão.

Jéssica começou a rir desconsertadamente, eu ri junto dela.

– Juba, ‘cê já transou? – Perguntou Jéssica.

– Claro que sim! – Menti descaradamente. Mesmo com 18 anos, ainda não havia dado mais do que alguns beijos nas meninas da minha escola.

– Ah, é? Com quem?

– Ué, com uma menina da minha escola.

– Hm, qual é o nome? – Disse Jéssica, desconfiada.

– De quem?

– Dá menina, ué?

– Ah, é… Rosália.

– Rosália!? – Jéssica riu novamente – O que é isso? Foi a primeira cantora pop que você pensou é?

– Tô falando sério, poh.

– Hm, tá bom então.

Jéssica se virou no sofá, nossos corpos já estávamos bastante juntos. Seu pé imobilizado estava suspenso, apoiado em uma cadeira. Por um segundo, senti como se o clima entre nós tivesse mudado. Era diferente, como se estivéssemos adentrando a algo que nunca experimentamos antes.

– Juba, posso te perguntar uma coisa? – O tom de voz de Jéssica mudou, era mais suave e sensual também. – Você gostou de me ver pelada, é?

Dei uma risada com a pergunta, pois havia ficado desconcertado.

– Que história é essa, tia? Deixa disso. – Tentei desconversar.

– Ué, você não me acha bonita não, Juba?

Demorei alguns segundos para responder.

– É… você é bonita sim.

– Então você deve ter gostado de me ver pelada.

Ela se aproximou alguns centímetros mais e senti ela de leve repousar sua mão em minha coxa. Em seu olhar, Jéssica parecia claramente chapada, mas ainda possuía o seu penetrante olhar de leoa. Sua mão apertou de leve a minha coxa e ela deu um leve suspiro. Senti seu hálito penetrar minhas narinas, com uma mistura de cerveja barata e maconha que me deixava alucinado. Até que, sem pestanejar, ela se aproximou de mim, parecia que ela se deslocava em câmera lenta, consegui ver nitidamente ela reclinar o seu corpo para frente, fechar os seus olhos e prostas os seus lábios levemente para frente, e me beijou de canto de boca.

– O que é isso, tia? – Disse enquanto dava uma risada desconcertada, embora tivesse gostado do que acontecera.

– Nada, eu só estou querendo me divertir um pouquinho com o meu sobrinho favorito.

Sua mão subiu pela minha coxa e agarrou com jeito a minha virilha. Ela se prostou novamente em minha direção, dessa vez com os seus lábios levemente abertos. Eu não tinha nada mais a fazer a não ser abrir também os meus lábios e deixar o momento acontecer. Eles se tocaram nossas línguas se encontraram, e quando eu percebi, eu estava em um envolvente amasso com a minha própria tia. À medida em que começamos a nos beijar e sua mão acariciar o meu sexo, senti meu pau se enrijecer. Com as minhas mãos eu segurava o seu rosto, e depois fui descendo pelo seu corpo. Ela usava uma camisa preta, desci por ela até tocar em seu seio esquerdo.

Abri os meus olhos, nossos lábios se desgarram, ela mordeu de leve o seu lábio inferior enquanto ainda sentia meu pau crescendo em volta do seu toque. Ela desamarrou o meu short com uma única mão, abriu o velcro e abaixou meu short. Quando ela abaixou minha cueca. Meu pau já quase completamente duro se prostou diante dela. Ela o pegou com sua mão esquerda e desceu com o rosto até ele. Ela jogou o cabelo para um lado e começou a beijar de leve a cabeça da minha rola, e depois foi descendo mais e mais.

Eu suspirei de leve, não acreditava no que estava acontecendo. Minha maravilhosa tia Jéssica me mamava com tesão. O efeito do álcool, misturando com o da maconha, deixava tudo mais gostoso, era como se meu corpo inteiro tivesse dormente, exceto o meu pau, que recebia o carinho quente e molhado dos lábios carnudos de Jéssica. Não demorou muito para que ele ficasse completamente duro, latejando de tesão.

– Você tem camisinha? – Perguntou Jéssica.

– Não.

– Como um muleque da sua idade anda por aí sem camisinha? Seus pais não te ensinaram nada mesmo sobre educação sexual, né? – Jéssica suspirou. – No meu criado mudo tem uma camisinha, pega lá.

Corri com as calças arreadas até o seu quarto e peguei uma camisinha. Quando voltei, Jéssica estava completamente nua sentada no sofá, usando apenas a bota imobilizadora em seu pé esquerdo. Com a sua mão direita ela levava a ponta restante do baseado à boca, e com a sua mão esquerda acariciava de leve o seu clitóris, com as suas pernas abertas. Era talvez uma das cenas mais belas que já vi em minha vida, estava ansioso para finalmente poder possui-la.

Ela se deitou no sofá, e pediu para eu ir por cima. Me sentei no sofá e coloquei a camisinha. Depois, coloquei o meu pau em sua buceta e comecei a socar.

1, 2, 3, 4… 5.

Parei na quinta socada, senti por um instante que se desse mais uma vez, já iria gozar, respirei fundo, e para tentar disfarçar agarrei Jéssica e comecei a beijar os seus seios. Chupava com tesão o seu seio direito enquanto massageava o esquerdo. Depois, a beijei novamente. Em seguida, já me senti melhor para continuar.

6, 7, 8, 9… 10… 11… 12!

Dessa vez, não consegui segurar. O tesão latejava pelo meu corpo virgem juvenil e gozei na décima segunda socada. Senti minhas pernas se contraírem e ficarem bambas após expelir cerca de 3 jatos dentro da camisinha. Jéssica começou a rir, não de forma jocosa, mas do jeito descontraído e embriagado dela.

– Rosália é uma ova! Você é um belo de um virgem! Aliás, era né? – Disse Jéssica e deu um tapa de leve no meu rosto.

– Desculpa, queria ter durado mais. – Respondi, com uma risada de canto de boca, enquanto começava a botar o meu pau para fora.

– Tá tudo bem, a minha primeira vez durou bem menos.

Tirei a camisinha e joguei no lixo. Quando voltei, Jéssica me pediu para ajudá-la a ir para a cama. Quando ela se deitou, me virei para ir embora, mas ela me indagou:

– Aonde pensa que vai?

– Hm, eu ia deitar no sofá.

– Você pensa que acabou? – Disse Jéssica, que deu uma risada de canto de boca. – O quê, você acha que só você goza e acabou? Pode vir aqui.

Dei meia volta e me sentei na ponta da cama. Jéssica abriu as pernas novamente, e pela primeira vez pude apreciar a beleza de sua boceta. Sua pele era alva, bastante pálida, mas sua boceta era de uma coloração rosada, com lábios tão carnudos quanto a sua boca. Seus pelos denotavam a naturalidade que sua beleza possuía, tudo nela era naturalmente belo.

– Tá vendo isso aqui? – Disse Jéssica, apontando para o seu clitóris. – Lambe aqui.

Me deitei na cama, segurei cada uma de suas pernas e me aproximei. Estava sem jeito, nunca havia chupado uma boceta antes. Comecei dando uma leve lambida em cima do clitóris. Depois, fui dando lambidas para cima e para baixo. Jéssica começou a me instruir:

– Isso, não pára não, faz em pequenos círculos.

Com o tempo, as instruções deram lugar a leves suspiros. Depois, os suspiros deram lugar a gemidos. Jéssica encostou a cabeça na cabeceira da cama, eu conseguia ver ela massageando seus próprios seios, enquanto me pedia para continuar.

– Isso, vai. Você tem jeito, pra quem nunca fez isso. Continua assim que tá bem gostoso.

Eu perdi a noção do tempo, não sei dizer quanto tempo fiquei ali. Se foi dez minutos ou uma hora. Mas depois de um tempo, os leves gemidos se tornaram gemidos mais altos. As pernas de Jessica se contorciam em volta de mim. Eu já nem sentia mais minha própria língua quando Jéssica anunciou que estava gozando. Ela gemeu mais alto e alto, até que cessou.

Eu estava bastante chapado, não sentia o meu corpo. Me sentia cansado, então apenas me deitei ao lado dela e desliguei a luz, depois de um tempo, apaguei.

Quando eu acordei no sábado, agora sóbrio, notei pela primeira vez que tudo o que tinha acontecido não era apenas um sonho. Era a mais nua e crua realidade. Eu estava deitado completamente nu na cama da minha própria tia, que dormia calmamente com sua cabeça repousada sobre o meu peito. Jéssica acordou logo em seguida. Ela olhou para mim e sorriu. Se levantou e então encostou a cabeça na cabeceira.

– Então, a gente fez aquilo mesmo, né? – Ela perguntou e deu uma risada.

– É, fizemos.

– Como você se sente?

– Bem, muito bem na verdade. E você?

– Tô bem também. Bem, nem preciso dizer que não é pra contar o que aconteceu pros seus pais, né?

– É, tá certo.

– Vem, me leva até o banheiro, preciso de um banho.

O pé de Jéssica já parecia menos inchado, mas ainda assim doía para pisar no chão. Ajudei a Jessica a se deitar na banheira e liguei a água para ela. Ela me convidou para tomar banho junto dela, então entrei na banheira junto.

Durante todo o resto do final de semana, pareceu que só o que fizemos foi transar. Eu estava com a energia e o tesão de um recém-desvirgindado, e Jéssica aguentou saciar a minha sede por sexo. As nossas transas durante aquele final de semana pareceram como uma reencenação da nossa primeira. O sexo era rápido, mas prazeroso, e eu buscava compensar isso com longas preliminares. A gente se divertia fazendo aquilo como nunca antes nos divertimos.

No domingo, Jéssica já conseguia colocar o pé no chão. E eu fui embora no final da tarde, não sem antes darmos uma rapidinha pela última vez. Depois daquele final de semana, ainda transamos outras vezes, mas nunca tão intensamente como aquele final de semana, pois nunca tivemos outra oportunidade de estarmos juntos por tanto tempo. Mas pelo menos pudemos aproveitar mais quando comecei a ganhar mais experiência, e a nossa relação de tia e sobrinho nunca foi tão forte.

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