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A Namorada do Meu Irmão

Publicado em janeiro 5, 2021 por J. R. King

Essa história aconteceu quando eu tinha 14 anos, lá em 2013. Meu irmão mais velho tinha 16 anos e jogava baseball, era quase um profissional aqui no Brasil. Em agosto daquele ano ele viajou para um mundial de juniores que iria ter em Barbados, no Caribe. Nós ficamos muito animados com ele, mas não tínhamos dinheiro para ir junto com ele, nem a sua família, nem a sua namorada: Heloisa.

Heloisa tinha 16 anos também, era mais alta que eu, cerca de 1,75m, não tinha quase barriga nenhuma, mas possuía uma tremenda bunda e dois peitos enormes, tinha cabelos lisos que caiam até os ombros0 e eram pintados de um vermelho bem forte. Eu e Heloisa já éramos bastante amigos desde que meu irmão começou a namorá-la. De certa forma, meu irmão era bem… na dele, meio nerd, não gostava muito de se misturar. Já eu, curtia mais sair e ir pras festas, e Heloisa também, que sempre ia comigo e arrastava meu irmão junto.

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Quando meu irmão viajou, a gente continuou a nos ver. Estudávamos na mesma escola e morávamos perto, ela sempre me acompanhava até em casa. Ás vezes a gente curtia ficar no parquinho que havia na minha rua, fumando e bebendo. Foi quando meu irmão já não tava mais com a gente que ela começou a ser mais… íntima. Agora que era só nós dois, ela me começou a contar algumas coisas que ela não falava na frente do meu irmão. Ela dizia que ele parecia não gostar muito de ficar com ela, e que ele era horrível na cama. Nunca fazia algo mais picante, mesmo que ela pedisse, e chupava ela bem mal. Ela também começou a me perguntar sobre a minha vida sexual também, perguntava se eu já havia chupado uma garota ou recebido um boquete e coisas do tipo. Eu já havia recebido um boquete em uma festa ou outra, mas sexo, ainda não. Foi então que ela começou a me botar pilha, falando que eu deveria transar logo, que é a melhor coisa do mundo e essas coisas. Ela chegou a dizer que faria eu perder a minha virgindade de qualquer jeito, nem que fosse ela mesma. Eu fiquei um pouco assustado, mas ela fingiu que estava brincando.

Eu comecei a achar essas conversas um pouco estranha. Ao mesmo tempo, eu realmente achava Heloisa muito gostosa e comeria fácil, mas ela também era a namorada do meu irmão. Eu não poderia fazer uma coisa assim com ele, mesmo ele sendo um completo tapado, nós ainda éramos inseparáveis. Comecei a achar que era somente paranoia da minha cabeça.

Duas semanas se passaram, meu irmão ainda estava no mundial, mas voltaria logo. Foi então que a Heloisa me convidou para uma festa que ela tava organizando na sua casa, ela brincou dizendo que teria muitas amigas dela, e que poderia ser a chance de eu finalmente transar, e depois ela mordeu os lábios e me olhou de uma forma muito misteriosa. Eu disse que iria, mas fiquei nervoso. A minha paranoia atacou de novo. E se ela quisesse transar comigo lá na festa? Ia estar cheio de amigos dela lá, e do meu irmão também, isso seria impossível de esconder.

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Chegando na festa a primeira pessoa conhecida que avisto foi ela. Heloísa estava com um vestido tomara que caia muito curto e que sobressaía ainda mais os seu belo par de peitos, sua bunda e suas coxas. Ela veio direto me cumprimentar e me deu um beijo na bochecha. Depois disso, a gente não falou muito durante a festa. Eu tratei de me enturmar com o pessoal que estava perto do cooler de bebidas e comecei a beber. Durante quase toda festa eu olhava para ver aonde estava Heloísa, ela conversava com os amigos dela indo de uma roda de amigos a outra, estava sempre com um cigarro e um copo de bebida na mão. Ás vezes a gente acabava se encarando, e ela me dava um sorriso de canto de boca e mordia os lábios, e logo em seguida disfarçava, como se nada tivesse acontecido.

Depois de umas três horas de festa, eu já estava um pouco bêbado, mas não muito. Heloísa foi até mim e me puxou, ela disse que tinha uma coisa para me mostrar. Ela foi me puxando e me levou até dentro da casa. A casa era bem grande, a gente passou por um corredor escuro, onde só dava para ouvir agora a música abafada no terraço, e entramos em um quarto, que parecia ser o dos seus pais. Assim que ela trancou a porta eu percebi que estava certo quanto a minha paranoia. Ela não quis saber de conversa, começou a me beijar e não me deixou se soltar dela. Ela me empurrou na cama, que caí sentado e disse “Eu disse que iria fazer você transar, não disse? Nem que fosse eu.”. Foi então que eu tentei falar com ela que isso era errado, mas ela insistiu. Falou que estava louca de tesão, e que queria transar de verdade, não como o meu irmão comia ela.

Foi então que ela abriu o vestido e deixou ele cair no chão. Ela era muito mais gostosa ainda pelada, seus peitos enormes e ela tinha as pernas mais gostosas que eu já vi. Foi então que eu finalmente cedi. Ela voltou a me beijar e começou a morder os meus lábios. Em seguida, arrancou a minha camisa e minha bermuda. Botou o meu pau para fora e começou a chupar. Eu nunca tinha recebido um boquete tão bom quando o dela, já estava cheio de tesão, me segurando pra não gozar enquanto ela ainda botava o meu pau inteiro na sua boca.

Depois disso, ela deitou na cama e pediu para que me chupasse. Ela disse pra não ficar nervoso, que ela ia me ajudar. A buceta dela era fechadinha, parecia com a de uma virgem, e ela tava toda raspadinha. Eu comecei a lamber e a chupar o seu clitóris, ela me pediu pra ir com mais calma e foi me guiando. Ela começou a gemer de tesão enquanto eu lhe chupava e eu um momento ela fechou as pernas sobre minha cabeça.

Ela então pegou uma camisinha e botou no meu pau, e se virou de costas. Eu coloquei devagarinho nela, perguntei se tava doendo. Ela me pediu pra eu ir com calma, senão eu iria gozar muito rápido, já que era a minha primeira vez. Eu então comecei a foder ela bem devagar, mas aí ela começou a pedir que eu puxasse o seu cabelo e que batesse na bunda dela. Eu fiz tudo o que ela mandou, puxei o seu cabelo com força e bati naquela grande e branca bunda dela até ela ficar vermelha.

Um pouco depois, ela me pediu para deitar na cama, que ela iria sentar em mim. Eu fiz o que ela falou, ela começou a sentar e rebolar em cima de mim. Colocou as minhas mãos eu seus peitos e pediu para que eu apertasse eles. Eles eram tão macios e grandes que não cabiam em minha mão. Heloísa se aproximou e colocou os peitos em minha cara e eu comecei a beija-los, morde-los, fazer de tudo.

Assim que ela começou a sentar mais forte em mim, eu senti a vontade de gozar. Ela disse que tudo bem, e então gozei. Ela tirou a minha camisinha e jogou fora. Depois pegou um cigarro e acendeu. Disse que fazia muito tempo que não fumava um depois de uma boa foda, e pediu para que a gente mantesse aquilo em segredo, e que provavelmente nunca mais aconteceria de novo. Provavelmente.

Três dias depois, meu irmão voltou do campeonato. Eles não ganharam, o Brasil não tem muita tradição em baseball, mas mesmo assim a minha família ficou orgulhosa. Ele continuou namorando Heloísa por mais seis meses, e durante esse tempo, ela vinha transar comigo de vez em quando. Meu irmão nem mais ninguém descobriram, a gente era muito cauteloso e eu nunca contei essa história pra ninguém, com medo que meu irmão descobrisse. Às vezes era só uma rapidinha ou só um boquete. Mas também já chegamos a transar três vezes seguidas na mesma noite, quando eu e meu irmão dormimos na sua casa uma vez, mas isso é história para outro conto.

Depois que meu irmão terminou com ela, a gente nunca mais se viu dessa forma. Não havia nenhum tipo de amor em nossa relação, apenas dois jovens com vontade de transar. Continuamos sendo amigos, só que dessa vez mais distantes. Heloisa foi a minha primeira vez, e também a minha primeira professora. Ela me ensinou muita coisa sobre sexo, seja nas conversas ou transando mesmo. Se sinto culpa por ter talaricado meu próprio irmão? Claro, talvez esteja fazendo esse conto como uma forma de extrair essa culpa de mim, mas também queria matar um pouco da saudade que eu sentia em falar de Heloísa. Pois ela realmente será inesquecível para mim.

Fim.

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