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A MARY AJEITOU E A MADÁ LEVOU

Publicado em maio 14, 2020 por Roberto Filho

A MARY AJEITOU E A MADÁ LEVOU

Recentemente fui impiedosamente questionado sobre a postura da Mary de assumir o lugar por mim desejado, ser uma esposa/puta. Na verdade, fui intimado a depor o porquê dessa atitude nefasta e libertina tanto da Mary quanto minha. Por um longo tempo, no segundo dia da visita de uma grande e outrora inseparável amiga da minha esposa, discutimos sobre “CORNO MANSO” – “ESPOSA PUTA.” A Madalena desde que nos conhecemos, foi uma mulher rigorosamente conservadora. Mantenedora de costumes deveras vencidos pela evolução natural do todo na Sociedade. Mas geralmente conforme seu padrão de vida, ela mantinha-se na retranca principalmente se o assunto fosse sexo. E no momento era! Desde que fiquei sabendo sobre a Mary ter contado para a nossa amiga sobre nossas intenções, venho me preparando para esse momento. Eu sabia que ele chegaria. Bem! Claro que mesmo com todas as perguntas e cobranças, nos manteríamos na ativa. Madá, é casada, um filho e uma filha ambos com mais de 16 anos. Não perguntem como uma mulher que pensa e age assim, pode ter dado a buceta para o marido? Ainda não assimilei que mecanismos foram utilizados por ela para que o pau do Lírio entrasse na sua buceta. Bem mais tarde, Mary e eu no bom sentido claro, articulamos uma ação sexoquiavélica, na tentativa de botar nem que fosse por uma vez só a Madalena nesse balaio. Gostosa? Sim!! Uma quarentona conservada, buceta quase não usada, cu nem se fala, dali só sai, entrar? Nada! Na boca? Pau? Nunca passou nem perto! Imagina! – Pois é! Como passar esse paredão moralístico e chegar à zona da fodeção? Pensa aqui, pensa acolá, e achamos que a tacada menos ruim seria botar um Pauzudo para foder com a Mary no nosso quarto, porta entre aberta, e torcer para que ela fosse dar uma espiada e ficasse assistindo tudo. Lá pelas tantas, Mary cruza comigo e diz: Vai que dá Corninho! Manda ver! Traz o pauzudo! Estou muito afim, já faz 4 dias que não vejo pau, não pego pau, não levo pau… Quem? Quem? Já sei! Nestor, o chacareiro. Discreto, parceiro, bem-dotado em tamanho e grossura, e pegou o gosto por foder cu, e vou lutar com todas as minhas bolas para a Madalena sentar-se no pirocão do Peão.Porra!! Já estou lá na frente! De apenas espiar passará a ser fodida! Boa, boa! Fazia calor e Mary convida Madá para irem a Praia. Mary de fio dental, e Madalena de shorts nada provocativo, mas deixava à mostra um pedaço das pernas da amiga. Gostosa! Bem gostosona. Soube depois que a Mary deu uma forçada para que a amiga olhasse para os homens de sunga e fixasse os olhos no volume. Madá teria dado um sorriso e sem comentar, começou a prestar a atenção naquilo que lhe foi dito. Segundo a Mary, para nos ajudar, chegou próximo delas um moreno alto, sunga bem justa com o volume além do normal, isto é, estava mais para duro do que para mole. Isso fez com que a amiga se desligar do resto e mantivesse o olhar diretamente direto no cacete do cara. Diz minha esposa/puta que Madá chegou em duas ou três vezes a meter a mão entre as pernas e aperta-la contra a buceta. Acho que de tanto a gente falar no assunto, a xereca dela reagiu contrariando a sua dona. Fim de tarde elas retornam e logo chega o Nestor. Vestindo uma bermuda pouco justa, deixava bem visível o tamanho do cacete. Pouco de lado, a extensão era vista claramente. Passei a cuidar da Madalena, ela retardou o banho no que pode estava sim ligadona naquilo que a Mary levaria muito breve. Ao ver Mary dar um beijo na boca do Nestor, Madá correu para o banho. Do beijo, Mary atacou o pau que rapidamente endureceu e foi sacado de dentro da roupa. Cabeçudo, encorpado, reto e latejante, estava ali o majestoso fodedor. Mary veio do banho de calcinha e só! Já punhetava além de mamar com muito gosto o cacetão do chacareiro. Vi Madá sair do banho e se dirigir para o quarto. Não vinha! Dei mais um tempinho! Não vinha! Fui buscar. Encontrei a quarentona sentada na cama, enrolada na toalha, apertando a precheca. Assustada se levanta e meio perdida começa a procurar alguma coisa. Querida! Venha na sala com a gente! – Olhando para mim sem falar nada, acena positivamente com a cabeça. Deixo-a se vestir, volto e vejo a minha esposa/puta tirando a roupa do Nestor que mantinha o pau durão. Mary já sem calcinha! Um rápido movimento dos dois, coloca Mary de pernas abertas sentada no sofá e Nestor ajoelhado se achegando na buceta lisa de lindos lábios ali na sua frente. Foi direto na abertura. Meteu a língua, entrou e saiu várias vezes, sugava os lábios e massageava o grelo com a ponta da língua. Mary gemia, Mary se contorcia, Mary estava a caminho de dar uma bela gozada. Olho para a entrada da sala, vejo a Madalena, olhos fixos na sena, meio boquiaberta se encosta na parede e não desvia o olhar. Peguei ela pela mão, trouxe para a poltrona e se sentou ao meu lado, coubemos os dois na mesma peça. Eu desejei isso, era para facilitar uma possível pegada de pau por parte da amiga. Mary estava à beira de um gozo intenso, e bem de leve coloquei a mão da amiga no meu pau ainda dentro da bermuda. Imediatamente ela apertou, andou por toda a extensão, com a outra mão, apertava sua buceta. Abrindo mais as pernas ela pode trabalhar melhor lá embaixo na sua não muito perseguida. Uiiiiiiiiii chupa todinha ela Nestorrr aiiiiiiiiii mais, mais não pareee uiiiiiiiiii vejo o chacareiro num movimento alucinante praticamente dentro da buceta da minha esposa/puta. Ela goza… muito…segura a cabeça do macho com a boca grudada na sua brecha…ele ainda fuça.com cuidado…fuça mais um pouco…. Madá deu uma parada com tudo o que fazia e ficou extasiada com o que ouviu e viu. Levou as mãos ao rosto como quem não quer ver, aproveitei e tirei meu pau para fora. Dou umas punhetadas e Madalena volta a pega-lo. Nesse momento, Mary se ajeita, Nestor se posiciona melhor e todos vemos minha querida esposa/puta sentar-se com o cu no caralhaço empinado mirando o teto. Madá acompanha os primeiros movimentos da Mary, subindo e descendo atolando na bunda o mastro comprido e grosso do seu peão. Me levanto, tiro a bermuda, puxo a amiga e lhe dou um beijo de língua. Ela corresponde do seu jeito, um pouco sem jeito. Solto sua saia, abaixo sua calcinha lhe coloco de 4 apoiada na poltrona facilito as coisas para que ela continue a ver a Mary com Macho fodendo. Ficamos meio de lado, abro as pernas gostosas da Madá e encosto a cabeça dos meus 18 cm na entrada da perereca visitante. Ela força para trás, vejo que a cabeça entrou, ela força novamente, vejo que a metade foi, ela força e acabou o pau. Está lá dentro! Faz! Faz! Era Madá pedindo para foder sua buceta. Não me faço de rogado, e vou da portinha ao fundo. Gostosa a buceta da amiga. Estávamos afinados, nossa foda estava sincronizada. Todos os vais e vens aprumados e bem definidos. Num rápido olhar, vejo Mary com o cu na ponta do pau, vejo em seguida, Mary descer elegantemente até juntar seus pelos com os pentelhos do macho. Levantando-se um pouco, Mary facilita para o garanhão estocar de baixo para cima. Um ou dois minutos e Nestor geme alto e anuncia que vai gozar… também vouuuuu diz Mary e os dois aumentam os movimentos… a foda fica eletrizante, gostosa de se ver. Ouço também, Madá gemendo dizer: Aiii…ai ai… mete …mete que vou…. uiiiiii meto, tiro, boto, mexo, remexo, minha porra sobe e vai abastecendo a gruta quente e deliciosa da Madalena. Geme eu, geme tu, geme a Mary com o pau no cu. Foi estupidamente gostosa essa foda para todos nós. Nos arrumando, Madá vai para o quarto e não volta. Todos ajeitados, fui lá buscar a amiga. Já de roupa, ele vem e passando os olhos por mim e pela Mary diz: Vocês me colocaram no inferno! Como pude……? Mary intervém e ponderá. Madá! Você gostou? Diga para mim! Você gostou? – Gostei! Então amiga! É isso o que vale. Desliga o resto! Mary se levanta, leva Madá para sentar-se ao lado do Nestor ainda peladão. Mary leva a mão da amiga até o pinto do Peão e manda ela segurar até ficar duro. Madá alisa, arregaça, olha e aproxima boca. Mary fala: Vai amiga! Chupa! Vai! Madalena Madalena, você é um bem querer…Endurece o cacete do Peão. Mary manda a amiga deitar posição franco assado e chama Nestor. Bota Nestor! Bota tudo! Madá vai sentir o que é um pau grande e grosso. Saia levantada, calcinha puxada de lado, o morenaço caralho começa a entrar. Madá tenta cruzar as pernas nas costas do Peão, ele estoca…estoca mais rápido… e alivia.vai cadenciado. maneiro…. Ela já gemendo, se solta mais e beija várias vezes o chacareiro. Rapidinho essa, foi porque ela estava explodindo de prazer em estar fodendo com um pau do tamanho que ela nunca imaginava levar. Nestor fode e Madalena goza…. uiiiiiiiiii é bom demaissssss uiiiiiiiiiii faz, faz não pareeee aiiiiiii…….. estava fodida e bem fodida a nossa visitante até então recatada e crítica. Mada chupou, Madá, fodeu com dois cacetes. Teve o privilégio de levar um médio e terminar com um enorme. Bem, o que sabemos hoje, é que Mada está a foder muito, mas só com pau grande e grosso.

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