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Tudo de bom acontecia na escada

Publicado em julho 31, 2019 por Eduardo
  • A escada

Meu nome é Yara tenho 29 anos, sou morena, baixinha, cabelos lisos médios, seios médios durinhos , bunda grande e  com coxas grossas. Namoro o Edu de 34 anos, moreno, 1.70m, corpo atlético e musculoso. Estamos juntos a 10 anos. A história que vou contar hoje é sobre quando namorávamos.

Eu morava com minha avó numa casa de andar, morávamos no andar de cima e o Edu era meu vizinho, nós nos víamos todos os dias, mas namorávamos mesmo nos finais de semana. Namorávamos muito na escada da minha casa e esse foi o palco desta história.

Passamos o Domingo juntos namorando bem comportadamente, com beijos carinhosos, abraços inocentes e muita conversa, típico de todo casal que namora em casa e sob vigilância de membros da família, mas conforme vai caindo a noite as coisas vão se transformando.

A noite chega e com ela a possibilidade de fazer algo mais escondido, algo que passe despercebido pelos olhos de quem nos vigia. Um beijo carinhoso vira, então, um beijo provocativo e cheio de desejo, nossos lábios se juntam, sua língua invade a minha boca em busca da minha que responde cheia de malícia, o beijo é intenso sua língua percorre toda minha boca me deixando sem fôlego, sua mão esquerda puxa de leve meus cabelos e a direita segura forte minha cintura.

A sensação é indescritível me sinto fora do chão, já estou ofegante, sua boca passa então a beijar e a morder levemente meu pescoço, está muito bom e ele sabe pois os gemidos que dou revelam tudo, estou muito excitada; suas mãos passeiam por todo meu corpo, aperta os meus peitos e a minha bunda sem parar de me beijar nem por um momento, já não aguento mais de tesão. Quando penso que não poderia melhorar ele passa a massagear meu clitóris por cima do meu short, já não aguentando mais coloco minha mão dentro da bermuda dele e passo a massagear seu pau que está extremamente duro em minhas mãos, ele geme em meu ouvido, começo a punheta- lo discretamente e sinto o líquido pré ejaculatório se formando, ele então lambe minha orelha e fala baixo em meu ouvido…

TE QUERO AGORA. Não posso sair de casa no momento, estamos na escada da minha casa no primeiro degrau que dá para a rua, mas a rua está escura e sem movimento, então eu subo troco meu short que era jeans por um fininho e folgado e o visto sem a calcinha ele vai em casa coloca a camisinha em seu pau que está super duro, disfarça o volume que aparece em sua bermuda e nos encontramos novamente, na escada. Estamos em pé ele coloca a mão por dentro do meu short e encontra minha bucetinha encharcada pedindo por ele, mas antes ele brinca com ela um pouco, massagea-a lentamente e coloca um, dois dedos dentro dela me abraça bem apertado para que ninguém perceba, e começa o movimento de colocar e tirar seus dedos de dentro de mim, eu mordo seu ombro para que de alguma forma abafe meus gemidos e cravo as unhas em suas costas para tentar controlar meu tesão, seus dedos continuam a entrar e sair de dentro de mim e está maravilhoso, tão bom que eu não aguento por muito mais tempo e gozo em seus dedos, uma gozada intensa que me deixa com as pernas bambas, ele então chupa os dedos que antes estavam dentro de mim e que agora estão cheios do meu gozo, olha pra mim e diz…

VOCÊ É DELICIOSA. Após se lambuzar ele abre o zíper da sua bermuda e coloca seu pau pra fora, levanta a perna do meu short e me penetra de uma vez só, eu dou um grito, mas ele abafa com sua boca. Me aperta em seus braços e com movimentos lentos me come suavemente, estamos atentos às pessoas que passam na rua, quando vimos que alguém se aproxima paramos os movimentos e disfarçamos, quando não tem ninguém recomeçamos, a sensação do prazer e do perigo de sermos descobertos é indescritível e cresce a cada nova estocada dentro de mim, ele mete seu pau bem fundo, me preenchendo totalmente. Minha buceta acolhe cada centímetro seu que está dentro de mim. Estamos ofegantes, os movimentos passam a aumentar cada vez mais até que eu aviso que vou gozar, sua boca me invade novamente, sinto o seu pau latejar na minha buceta e gozamos juntos apertando nossos corpos para aliviar a tensão. Nos recuperamos e nos despedimos. Nunca dormi tão bem quanto aquele dia, transamos várias vezes  desse jeito e nunca nos pegaram. Gostaram?

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1 - Comentário(s)

  • Nildão 04/08/2019 04:10

    Já transei desse jeito com a minha prima na frente da casa da minha vó e realmente é muito bom, o perigo de ser pego aumento o tesão e a foda fica bem melhor...

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